Os Dias Levantados

de Manuel Gusmão
Editor: Editorial Caminho, abril de 2002 ‧
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Libreto encomendado pela Parque EXPO, para o Festival dos Cem Dias
Manuel Gusmão (com palavras de muitos outros)

       «O texto que agora edito não é já inteiramente o libreto da ópera de António Pinho Vargas, Os Dias Levantados, publicado no Programa do espectáculo realizado no Teatro de São Carlos nos dias 25, 28 e 30 de Abril de 1998. Desde que aceitei o seu convite para o escrever que me propus fazê-lo em diálogo (esse era mesmo um dos aspectos que me interessava no projecto), assim como ficou claro que o António Pinho Vargas teria a necessária liberdade de o usar de acordo com as necessidades e as opções da música que iria compondo, tal como eu tinha a possibilidade de vir a publicar autonomamente o texto. [...]
       O texto que hoje se publica é uma terceira versão que não coincide totalmente com nenhuma das duas anteriores. Por um lado, aceita cortes e soluções motivadas pela experiência da música e do espectáculo; por outro lado, retoma, com acrescentos e modificações, a primeira versão longa. Estas novas alterações são ainda, em parte, devedoras de opções feitas na composição musical, mas são agora também motivadas por razões de poesia. [...]»

Manuel Gusmão

Os Dias Levantados

de Manuel Gusmão

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722114639
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 210 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Caminho da Poesia
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722114639
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Manuel Gusmão

Manuel Gusmão (nasceu em Évora, em dezembro de 1945 e faleceu a 9 de novembro de 2023, em Lisboa), e foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi deputado na Assembleia Constituinte e na 1.ª legislatura da Assembleia da República, eleito pelo PCP. Tem reconhecida obra no domínio do ensaio, designadamente sobre Fernando Pessoa, Carlos de Oliveira, Nuno Bragança, Maria Velho da Costa, Luiza Neto Jorge e Gastão Cruz. Estreou-se como poeta apenas aos 45 anos, em 1990, com "Dois Sóis, A Rosa a Arquitectura do Mundo". Seis anos depois, publicou "Mapas, o Assombro a Sombra". Mas foi com "Teatros do Tempo" que o eco da sua obra (toda publicada na Caminho) se alargou. Além do bom acolhimento crítico, o livro esgotou e foi reeditado em poucos meses.

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