Os Dias do Fim

de Ricardo de Saavedra
Editor: Casa das Letras, julho de 2008 ‧
Wiriyamu, massacre que o Padre Adrian Hastings denunciou à comunidade internacional há 35 anos, surge pela primeira vez em livro de autor português na primeira edição de Os Dias do Fim. Uma parte do romance gira à volta desse escabroso episódio. Os militares e os políticos não são poupados e, nos vários factos que o texto documenta, sempre que os nomes correspondem a pessoas reais, o rigor histórico está presente. Obra de jornalista, acolhe também o rumor e a má-língua, datados e situados, o que confere ao livro mais um condimento de interesse.
Os Dias do Fim resultam de uma apaixonada mobilização do naipe de virtuosos que convivem no mesmo homem: o jornalista, o pintos, o poeta, o escritor. Lê-se com entusiasmo esta obra em que a paleta do pintor tece climas e cenários, o rigor do jornalista acerta os ponteiros da história, o poeta tempera a dimensão do sonho e o escritor tudo isso conjuga num quadro final, quase sinfónico.

«Escrito num estilo enxuto, sem grande adjectivação, e mantendo a cadência adequada, Os Dias do Fim dão testemunho de um período concreto da história de Moçambique, com referências bem fundamentadas a alguns dos episódios (e personalidades) que precipitaram a borrasca imperial.»
Eduardo Pitta, Público

Os Dias do Fim

de Ricardo de Saavedra

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724618043
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 228 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 396
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724618043

SOBRE O AUTOR

Ricardo de Saavedra

Ricardo de Saavedra é jornalista. Findo o serviço militar, radicou-se em Lourenço Marques, onde foi professor e integrou a redação do jornal Notícias, além de ter sido diretor de uma agência noticiosa. Depois viveu em Joanesburgo, onde colaborou nas rádios Suázi e RSA, dirigiu uma revista e um semanário. Regressado a Portugal em 1987, ingressou no Diário de Notícias, onde foi editor de economia, diretor-adjunto da Notícias Magazine, editor executivo e diretor de publicações especiais – cargo que também exerceu no Jornal de Notícias. Publicou livros de reportagem, romance e biografia. Na Quetzal, publicou O Puto e António Manuel Couto Viana – Memorial do Coração.

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