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Os Bantu na Visão de Mafrano - Volume II

Quase memórias

de Maurício Francisco Caetano
Editor: Perfil Criativo - Edições, maio de 2023 ‧
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O livro Os Bantu na Visão de Mafrano - Volume II apresenta uma série de capítulos que abordam diversos temas relacionados à antropologia cultural dos bantu. O livro começa com uma introdução sobre o padre Carlos Estermann e sua relação com a antropologia cultural de Mafrano. Em seguida, são exploradas a história do Xiriva-Zuba e os problemas da biogênese, com uma interpretação aborígene bantu.

Os capítulos subsequentes tratam de tópicos como o telégrafo bantu, os topônimos angolenses e a ética bantu, a arbitragem filosófica sobre a origem do homem, a filosofia bantu sobre a morte, os idiomas bantu, a influência de uma superstição biológica no direito sucessório bantu, lendas e mitos bantu, a gênese temporal das raças humanas e a história de Mafrano através do testemunho de Dom Zacarias Kamuenho. O livro também inclui um álbum fotográfico e homenagens a figuras importantes relacionadas com Mafrano.

Os Bantu na Visão de Mafrano - Volume II

Quase memórias

de Maurício Francisco Caetano

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893507636
Editor: Perfil Criativo - Edições
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 243 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 471
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História da África
EAN: 9789893507636

SOBRE O AUTOR

Maurício Francisco Caetano

Mafrano (Maurício Francisco Caetano 1916–1982) Filho de Francisco João Caetano, alfaiate, oriundo de Cambambe, e de Mariana José Marcolino, nasceu, tal como a sua mãe, no Dondo, terra onde fez a instrução primária, prosseguindo depois os seus estudos no Seminário de Luanda onde cursou Filosofia e Teologia. Iniciou carreira como aspirante administrativo, conciliando a sua atividade profissional com o ensino e a promoção do valor cultural da antropologia social angolana. Ingressou nos Serviços de Fazenda e Contabilidade, na era colonial, os quais passaram posteriormente para a tutela do Ministério das Finanças, após a independência de Angola, em novembro de 1975, aí assumiu o cargo de diretor, função que exerceu até à altura da sua morte, em 1982.
Enquanto escritor, foi colaborador de vários jornais e publicações — com destaque para O Apostolado, Revista Angola, O Angolense, e a Tribuna dos Muceques — utilizando os pseudónimos de MAFRANO e ANATECO.
Como orador, chegava a ser enfático e quase teatral, na opinião de alguns dos seus contemporâneos.
Foi professor de Língua Portuguesa e de Filosofia no Colégio 28 de Maio, no Instituto Makarenko, no Liceu Ngola Kiluanje, na Escola 1. de Maio e no Instituto Pio XII (atual ICRA — Instituto de Ciências Religiosas de Angola). Um dos seus alunos tornou-se figura proeminente na sociedade angolana por ter sido o primeiro angolano negro a ser ordenado bispo: Dom Eduardo André Muaca.
Foi o INALD, através de uma coleção denominada, A Letra, que, no início de 1986, recuperou um belo conto deste escritor para o primeiro número dessa coletânea, O Menino Luís Irmão de João Cassabalo.

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