Os Ballets Russes em Portugal
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Edições AL, novembro de 2024 ‧
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SINOPSE
Nos finais da primeira década do século XX - época de muitas revoluções e em que se impuseram algumas vanguardas artísticas - Paris exibia triunfalmente uma luxuosa (e, para muitos, exótica) importação: os Ballets Russes.
Em pouco tempo as notícias e a fama da companhia dirigida por Serge Diaguilev revolucionou o ver, o sentir e, até, o pensar a Dança, recuperando-a como uma arte maior e autónoma que foi chegando a quase todo o Mundo. Os Ballets Russes, depois de uma paragem (turística) em Lisboa e no Funchal, em 1913 numa viagem de barco, regressaram para dançar a 2 de Dezembro do ano de 1917.
Diaguilev e a companhia deslocaram-se para a capital portuguesa num comboio vindo de Madrid - depois de sete actuações no Teatro Real - tendo partido de regresso a Espanha, para a cidade de Valladolid, também no mesmo Sud Express, a 28 de Março de 1918. Perto de quatro meses durou a aventura portuguesa dos Ballets Russes, fortemente marcada pelo fracasso, pela inquietação e pelo desânimo, tendo a companhia quase colapsado em Portugal.
Uma odisseia que, estranhamente, está ausente de quase todos os livros de História Universal da Dança. Ainda assim a influência da companhia fez-se sentir, de imediato, em alguns trabalhos de Almada Negreiros, um espírito inquieto, entusiástico e, sobretudo, inovador; e no trabalho do bailarino e coreógrafo Francis Graça que (só em 1940) viria a dar corpo ao Grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio, o primeiro grupo profissional de dança no século XX em Portugal. A rocambolesca história dos Ballets Russes de Serge de Diaghilev em Portugal, é um exemplo de que a realidade pode ultrapassar a melhor das ficções.
Em pouco tempo as notícias e a fama da companhia dirigida por Serge Diaguilev revolucionou o ver, o sentir e, até, o pensar a Dança, recuperando-a como uma arte maior e autónoma que foi chegando a quase todo o Mundo. Os Ballets Russes, depois de uma paragem (turística) em Lisboa e no Funchal, em 1913 numa viagem de barco, regressaram para dançar a 2 de Dezembro do ano de 1917.
Diaguilev e a companhia deslocaram-se para a capital portuguesa num comboio vindo de Madrid - depois de sete actuações no Teatro Real - tendo partido de regresso a Espanha, para a cidade de Valladolid, também no mesmo Sud Express, a 28 de Março de 1918. Perto de quatro meses durou a aventura portuguesa dos Ballets Russes, fortemente marcada pelo fracasso, pela inquietação e pelo desânimo, tendo a companhia quase colapsado em Portugal.
Uma odisseia que, estranhamente, está ausente de quase todos os livros de História Universal da Dança. Ainda assim a influência da companhia fez-se sentir, de imediato, em alguns trabalhos de Almada Negreiros, um espírito inquieto, entusiástico e, sobretudo, inovador; e no trabalho do bailarino e coreógrafo Francis Graça que (só em 1940) viria a dar corpo ao Grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio, o primeiro grupo profissional de dança no século XX em Portugal. A rocambolesca história dos Ballets Russes de Serge de Diaghilev em Portugal, é um exemplo de que a realidade pode ultrapassar a melhor das ficções.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893368411 |
| Editor: | Edições AL |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 230 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 134 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
História da Arte
|
| EAN: | 9789893368411 |
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