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Os Analectos I

de Confúcio
Editor: Levoir, junho de 2017 ‧
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Os Analectos compilam os principais aforismos atribuídos a Confúcio (séculos VI-V a. C.) e estão para a tradição do pensamento chinês como a Bíblia hebraico-cristã para a tradição ocidental. Ainda hoje são considerados, na China, como o único registo fiável dos ensinamentos de Confúcio. Como Sócrates no Ocidente, Confúcio nada escreveu, e os Analectos foram coligidos, depois da sua morte, pelos seus discípulos. E plasmam todo um conjunto de preceitos de comportamento individuais, sociais e políticos.

Mais ou menos na mesma época em que, na Grécia, nascia o ideal filosófico de saber, Confúcio inaugurava no Oriente uma outra tradição, igualmente grandiosa, de pensamento. Leibniz, um filósofo fascinado pela singularidade dessa tradição mas também pela sua «entre-expressão» espiritual com a tradição greco-cristã europeia, chamou-lhe no séc. XVIII a «teologia natural» dos chineses. A influência das ideias reunidas neste livro foi tal que o confucionismo acabaria por ser adoptado, no século III d. C., como pensamento oficial do Império.

Os Analectos I

de Confúcio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896826666
Editor: Levoir
Data de Lançamento: junho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 168 x 248 x 19 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Grandes Nomes do Pensamento
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789896826666

A sabedoria antiga como guia para o futuro

LCruz

É impressionante como a simplicidade da sabedoria antiga nos pode guiar na turbolência dos dias de hoje e encontrar um caminho claro e seguro para a incerteza do futuro.

SOBRE O AUTOR

Confúcio

Confúcio (551-479 a.C.) veio de uma família nobre, mas cresceu longe dos privilégios. Acreditava que a política deveria ser, acima de tudo, guiada pela moral. Viajou durante dez anos pelos diversos estados da China para convencer os governantes a adotarem os seus princípios. Quando percebeu que as suas ideias não encontrariam espaço entre os senhores feudais, voltou para Lu, a sua terra natal, e passou o resto da vida a dedicar-se ao que melhor fazia: ensinar.

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