Orbán versus Soros
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Diário de Bordo, março de 2026 ‧
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SINOPSE
Este livro trata de dois húngaros de grande talento. As suas trajetórias cruzaram-se várias vezes e houve momentos em que parecia que poderiam trabalhar juntos. O mais velho dos dois, György Soros, chegou à política húngara em 1984, cheio de planos para transformar a sociedade. Não demorou muito para chegar a um acordo com os líderes do estado unipartidário e lançar a Fundação Soros, que desde então se tornou um conceito muito conhecido em todo o mundo. O mais jovem, Viktor Orbán, irrompeu na política húngara, no final dessa década, e imediatamente se tornou o líder das forças que queriam a mudança do regime e a encarnação da esperança daqueles que queriam uma Hungria nova e democrática. Soros reconheceu imediatamente um futuro nele e apoiou-o com uma viagem de estudos ao estrangeiro. Poderia ter sido o início de uma bela amizade. Mas não veio a ser.
Gábor G. Fodor, na sua monografia, apresenta o duelo Orbán-Soros como uma eterna luta polarizada em dois princípios: De um lado, temos a posição universal-horizontal de Soros, que sendo contra a noção de sociedade fechada, vê as fronteiras entre os países como algo negativo que deve ser ultrapassado. Para Soros, a comunidade natural não são os Estados-Nação, mas a Humanidade no geral. As fronteiras entre os países devem, assim, perder o seu significado e fará até sentido, na sua perspetiva, substituir progressivamente os Estados-Nação por instituições internacionais assentes numa Democracia Liberal de cariz Globalista. Do outro lado, temos a posição particular-vertical de Orbán, que defende a Nação acima de tudo, valorizando a Hungria e a particularidade da sua Cultura. A sua perspetiva, por ser mais conservadora e ligada a uma determinada tradição espiritual, dá enfase a uma Democracia Cristã, que se opõe ao Liberalismo, e entende que os seus princípios estão baseados em Deus, que criou o homem e as nações que, somente por Ele, serão condenadas ou glorificadas.
Gábor G. Fodor, na sua monografia, apresenta o duelo Orbán-Soros como uma eterna luta polarizada em dois princípios: De um lado, temos a posição universal-horizontal de Soros, que sendo contra a noção de sociedade fechada, vê as fronteiras entre os países como algo negativo que deve ser ultrapassado. Para Soros, a comunidade natural não são os Estados-Nação, mas a Humanidade no geral. As fronteiras entre os países devem, assim, perder o seu significado e fará até sentido, na sua perspetiva, substituir progressivamente os Estados-Nação por instituições internacionais assentes numa Democracia Liberal de cariz Globalista. Do outro lado, temos a posição particular-vertical de Orbán, que defende a Nação acima de tudo, valorizando a Hungria e a particularidade da sua Cultura. A sua perspetiva, por ser mais conservadora e ligada a uma determinada tradição espiritual, dá enfase a uma Democracia Cristã, que se opõe ao Liberalismo, e entende que os seus princípios estão baseados em Deus, que criou o homem e as nações que, somente por Ele, serão condenadas ou glorificadas.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893663509 |
| Editor: | Diário de Bordo |
| Data de Lançamento: | março de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 260 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 161 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política Europeia
|
| EAN: | 9789893663509 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Duelo de duros
Rui Correia
Duas personalidades fortes, com ideias e objetivos muito diferentes. No fundo a questão é, a Hungria ficará melhor qual das ideias? A leitura deixa varias interrogações, o futuro será o juiz.
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