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Onde Estão as Crianças?

de Mary Higgins Clark
Editor: Bertrand Editora, junho de 2013 ‧
16,60€
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Nancy fugiu ao sofrimento do seu primeiro casamento, à morte macabra dos dois filhos pequenos, às histórias de capa dos jornais e às chocantes acusações feitas contra si. Mudou de nome, pintou o cabelo e foi viver para outro sítio. Agora, feliz com um novo marido e dois filhos lindos, Nancy sente que pode por fim esquecer a sua história trágica e começar a acreditar em segundas oportunidades. Até que, uma manhã, olha pela janela para ver os filhos, mas encontra apenas uma luva vermelha e percebe que o pesadelo começou do novo…

«Clark é uma contadora de histórias sem mácula.»
Washington Post

«Com um suspense indescritível… um tipo particular de terror.»
San Francisco Chronicle

Onde Estão as Crianças?

de Mary Higgins Clark

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722526371
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 237 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789722526371

Onde estão as crianças

Teresa

Bom livro. Esta autora não desilude

Excelente!

Isabel Gonçalves

Para apreciadores de livros policiais, esta escritora traz-nos sempre histórias que nos agarram do princípio ao fim, que não nos deixam descansar até chegar a finais sempre surpreendentes... Já li vários títulos da autora...É difícil escolher... Este é mesmo muito bom...Recomendo!!!

Ameaça e Pânico

VFontes

Mary Higgins Clark cria um thriller denso e inquietante, em que o nosso maior pesadelo ganha forma quando sentimos que a sombra e o horror ameaçam os que mais amamos. Um livro que se lê num fôlego.

Envolvente

E. Rodrigues

Esta autora surpreendeu-me bastante, pois não conhecia a sua escrita e sou mais adepta da literatura nórdica. No entanto, considero esta obra bastante muito boa, viciante, daquele género que não se larga até à última página. O livro é muito bom, a história é ótima e, apesar de ter sido escrita em 1975, é bastante actual. Vou, certamente continuar a ler mais obras desta escritora e recomendo vivamente a quem gosta deste género.

Suspense Até ao final

Rui Madeira

Fabuloso, começar e acabar passado umas horas para saber o final que é sempre uma surpresa. Quanto mais leio desta autora mais quero ler.

Viciante

Sandra Silva

Consegui ler este livro numa tarde. Era de tal forma cativante e viciante que não conseguia parar de ler. Que mais se pode dizer desta Senhora Mestre do Suspense? A sua escrita tem o dom de nos prender até ao fim, o suspense mantém-se ao longo das páginas e não conseguimos parar de ler pois estamos sempre à esperra do que se segue..

Recomendo

Margarida Santos

Li este livro num dia. Fascinante e que nos deixa o misterio em cada pagina . Conseguiu fazer suspense ate ao final.

Imprevisivel

Patrícia Domingues

Bastava apenas dizer que é Mary Higgins Clark no seu melhor. Mas não seria o suficiente.. Completamente inesperado, li apenas num dia, não dava para parar.

SOBRE O AUTOR

Mary Higgins Clark

Mary Higgins Clark (Bronx, 24 de dezembro de 1927 — Naples, 31 de janeiro de 2020), ou a «Rainha do Suspense», como ficaria conhecida, escreveu quarenta romances, quatro coletâneas de contos, um romance histórico, um livro de memórias e dois livros infantis. A quatro mãos com a autora bestseller Alafair Burke, escreveu a série «Sob Suspeita», com títulos como O Assassínio de Cinderela, Toda Vestida de Branco, A Bela Adormecida Assassina, Até ao Último Suspiro ou Eu não Sou Tua, todos publicados pela Bertrand Editora. Em parceria com a sua filha Carol Higgins Clark, é coautora de mais cinco thrillers plenos de suspense. Com um êxito planetário, os seus livros venderam – e apenas nos Estados Unidos – mais de cem milhões de exemplares. Mary Higgins Clark, que durante mais de quatro décadas dominou as listas de bestsellers mundiais, com legiões de fãs que continuam a devorar os seus thrillers de uma penada, criou histórias que, nas suas palavras ao New York Times, fariam o leitor pensar: «Isto podia ter-me acontecido. Podia ser a minha filha. Podíamos ser nós.»

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