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Oeuvres Complètes D'Emile Zola, Tome 20 : Vérités Et Justice. Les Quatre Évangiles (3) (1902-1903)

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: NOUVEAU MONDE, outubro de 2009 ‧
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vérité, troisième des quatre evangiles, publié en 1903 après la mort de zola, est nourri par le souvenir de l'affaire dreyfus. mais celui-ci est transposé dans une intrigue qui substitue au martyre d'un officier juif injustement condamné dans une affaire d'espionnage, celui d'un instituteur laïc calomnié et persécuté par les tenants de l'école congrégationniste, dans une affaire de m?urs. ce roman offre à la fois un hommage à ceux qu'on a appelés " les hussards " de la république et une réflexion moderniste sur les problèmes de l'éducation publique.

Oeuvres Complètes D'Emile Zola, Tome 20 : Vérités Et Justice. Les Quatre Évangiles (3) (1902-1903)

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9782847362572
Editor: NOUVEAU MONDE
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Francês
Páginas: 900
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biographie Nouveau Monde
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782847362572

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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