Obras Completas M. Teixeira-Gomes - Volume I

(2ª Edição Revista e Aumentada)

de M. Teixeira-Gomes
Editor: INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda, maio de 2010 ‧
Neste 1º volume 3ª ediçao de salientar as Notas de: Urbano Tavares Rodrigues; Helena Buesco e Vítor Wladimiro Ferreira que inclui:Inventário de Junho; Cartas sem Moral Nenhuma e Agosto Azul

Obras Completas M. Teixeira-Gomes - Volume I

(2ª Edição Revista e Aumentada)

de M. Teixeira-Gomes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722718073
Editor: INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 150 x 140 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca de Autores Portugueses
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789722718073

Muito interessante...

Sandra Melo

Leitura interessante, uma escrita elaborada para prender o leitor. Gostei bastante.

SOBRE O AUTOR

M. Teixeira-Gomes

Manuel Teixeira Gomes nasceu em 1860 em Vila Nova de Portimão e faleceu em 1941, em Bougie, na Argélia. Estadista e escritor, começou a sua carreira política como diplomata, vindo a ser Presidente da República em 1923-1925, quando o regime parlamentar atravessava alguns dos seus mais críticos momentos. Como diplomata (antes e depois do consulado sidonista, que o expulsou do corpo diplomático), coube-lhe enfrentar, o que fez com êxito, situações de grande melindre e complexidade, designadamente combater a hostilidade ou pelo menos a desconfiança das monarquias europeias (Inglaterra, Espanha) perante o regime republicano instaurado em Portugal e evitar o desmembramento, na Conferência de Paz, do império português após a Primeira Guerra Mundial. A sua acção como presidente da República não teve, porém, o mesmo sucesso, pois teve de enfrentar crises políticas (entre elas a de 18 de abril de 1925) e animosidades pessoais que impossibilitaram a concretização dos consensos que sempre procurou, para além das forças que, através da ação política legal e da conspiração, procuravam derrubar o regime republicano parlamentar.
Na sua atividade literária - da qual se destacam obras como "Gente Singular" (1909), "Novelas Eróticas" (1935) e "Maria Adelaide" (1938) - encontram-se simultaneamente traços esteticistas e naturalistas, bem como uma particular influência da tradição helenística. Todavia, a mais notável constante da sua escrita residirá provavelmente no impulso de transfiguração da experiência pessoal em produtos esteticamente acabados.

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