adicionar à lista de desejos
O Valor da Justiça
Editor:
Coimbra Editora, julho de 2014 ‧
ver detalhes do produto
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
SINOPSE
Sobre a velha instituição na qual se centra toda a vida humana - a família - fazemos uma breve reflexão: os seus direitos e também seus deveres ou responsabilidades. Porque defender a família traduz-se em defender a vida.
É certo que vivemos no tempo presente conflitos e deveres. A ciência e a técnica que tanto avançam propõem formas de vida que desafiam a própria Humanidade ou os princípios morais em que assentam as sociedades. Teremos de enfrentar a realidade com outras realidades. Penso aqui no papel relevante da justiça.
Assim, ao aborto, à eutanásia, ao divórcio, às uniões de facto, às violências domésticas, às co-adopções, teremos de responder com a inviolabilidade da vida - e com normas na defesa dos indefesos, pondo fim à escalada de manifestações genéticas.
A nossa sociedade assiste impávida à destruição ou armazenamento de embriões, para benefício de terceiros, amanhã, por este caminho, não impediremos a clonagem humana e a reconstrução genética. Desvanecer-se-á a diferença entre procriação e produção, entre geração humana e fabrico.
Antes considerávamos que o homem e a mulher foram criados por Deus à sua imagem e semelhança. Depois, Fuerbach e mais tarde Freud entre outros, anunciaram que tinha sido o homem criar Deus à sua imagem e semelhança e que chegara a altura de por termo à alienação religiosa, assumindo que "o homem é para o homem o ser supremo". Agora, por fim, o homem passa a ser criatura, imagem e produto doutro homem, o seu novo Deus e autor.
É certo que vivemos no tempo presente conflitos e deveres. A ciência e a técnica que tanto avançam propõem formas de vida que desafiam a própria Humanidade ou os princípios morais em que assentam as sociedades. Teremos de enfrentar a realidade com outras realidades. Penso aqui no papel relevante da justiça.
Assim, ao aborto, à eutanásia, ao divórcio, às uniões de facto, às violências domésticas, às co-adopções, teremos de responder com a inviolabilidade da vida - e com normas na defesa dos indefesos, pondo fim à escalada de manifestações genéticas.
A nossa sociedade assiste impávida à destruição ou armazenamento de embriões, para benefício de terceiros, amanhã, por este caminho, não impediremos a clonagem humana e a reconstrução genética. Desvanecer-se-á a diferença entre procriação e produção, entre geração humana e fabrico.
Antes considerávamos que o homem e a mulher foram criados por Deus à sua imagem e semelhança. Depois, Fuerbach e mais tarde Freud entre outros, anunciaram que tinha sido o homem criar Deus à sua imagem e semelhança e que chegara a altura de por termo à alienação religiosa, assumindo que "o homem é para o homem o ser supremo". Agora, por fim, o homem passa a ser criatura, imagem e produto doutro homem, o seu novo Deus e autor.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723222463 |
| Editor: | Coimbra Editora |
| Data de Lançamento: | julho de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 229 x 6 mm |
| Páginas: | 104 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito da Família
|
| EAN: | 9789723222463 |
-
20%Não Sou Dono da Verdade, Mas Sou Possuído por ElaLucerna11,08€
13,85€portes grátis -
20%Portugal e o Dogma da Imaculada ConceiçãoApostolado da Oração4,40€
5,50€portes grátis
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
20%O Superior Interesse da Criança e as Novas Formas de GuardaUCP Editora7,24€
9,05€portes grátis