SINOPSE
Isaque Poeta é um poeta que já não escreve. Num mundo sem livros, vive tranquilamente na Montanha-Ilha da Nação À Beira-Mar Plantada. Por ser o último poeta à face da terra, acostumou-se a receber o Prémio Nobel de literatura. Porém, mesmo consecutivamente nobelizado, Isaque mantém-se alinhado com o esforço mundial para acabar com a literatura. Por ele, nunca mais será escrito um poema.
Conduzidos pelo excêntrico escandinavo Alfredo Prémio, um troglodita que ainda sabe ler, Isaque Poeta, Nicolau Editor e Aníbal Político viajam ao encontro dos livros de poesia que sobreviveram ao extermínio da literatura, num percurso que passa pelo deserto texano, a floresta da Tijuca, as ilhas de Coloane e Taipa, Goa e o Tarrafal.
No meio de uma odisseia de prazeres e perigos, palavras e gestos, amores e ódios, conseguirá Isaque Poeta descobrir um estímulo poético ou a sua musa inspiradora? Voltará o último Poeta à face da terra a pegar numa folha em branco para escrever um novo poema que salve a literatura?
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"(…) numa prosa bem estruturada, longe da redacção explicadinha ou do vislumbre rapidinho, conta, de um ponto de vista popular, a partir de um bairro de Lisboa (mais concretamente a zona do Cais do Sodré e São Paulo) e com um humor um tanto pícaro, o que foi o desenrolar da revolução e o seu dia a dia alucinado.»
Mário de Carvalho sobre Revolução Paraíso (em escolhas no "Diário de Notícias")
"A escrita de Paulo M Morais, em maturação, caminha no sentido de um timbre próprio, uma marca de água distintiva deste autor."
António Ganhão in Acritico, sobre Estrada de Macadame
"Um livro singular."
in Visão, sobre Revolução Paraíso.
"É caso para dizer que Paulo M. Morais é um exímio contador de histórias."
in Efeito dos Livros
Conduzidos pelo excêntrico escandinavo Alfredo Prémio, um troglodita que ainda sabe ler, Isaque Poeta, Nicolau Editor e Aníbal Político viajam ao encontro dos livros de poesia que sobreviveram ao extermínio da literatura, num percurso que passa pelo deserto texano, a floresta da Tijuca, as ilhas de Coloane e Taipa, Goa e o Tarrafal.
No meio de uma odisseia de prazeres e perigos, palavras e gestos, amores e ódios, conseguirá Isaque Poeta descobrir um estímulo poético ou a sua musa inspiradora? Voltará o último Poeta à face da terra a pegar numa folha em branco para escrever um novo poema que salve a literatura?
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"(…) numa prosa bem estruturada, longe da redacção explicadinha ou do vislumbre rapidinho, conta, de um ponto de vista popular, a partir de um bairro de Lisboa (mais concretamente a zona do Cais do Sodré e São Paulo) e com um humor um tanto pícaro, o que foi o desenrolar da revolução e o seu dia a dia alucinado.»
Mário de Carvalho sobre Revolução Paraíso (em escolhas no "Diário de Notícias")
"A escrita de Paulo M Morais, em maturação, caminha no sentido de um timbre próprio, uma marca de água distintiva deste autor."
António Ganhão in Acritico, sobre Estrada de Macadame
"Um livro singular."
in Visão, sobre Revolução Paraíso.
"É caso para dizer que Paulo M. Morais é um exímio contador de histórias."
in Efeito dos Livros
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899945807 |
| Editor: | Poética Edições |
| Data de Lançamento: | outubro de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 230 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 326 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789899945807 |
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