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O Tempo Não Existe: Manifesto (Bilingue)

Manifesto (bilingue)

de Nadir Afonso
Editor: Dinalivro, agosto de 2010 ‧
15,90€
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Neste texto de carácter dissertativo e persuasivo, o pintor Nadir Afonso expõe em forma de manifesto as suas teorias sobre a inexistência do tempo e sobre a matemática como essência da arte. Não há tempo, há leis, há espaço, há movimento e a crença dos homens que julgam pressentir o tempo. De acordo com o pintor ensaísta, "a evolução é movimento. As diferenças de energia estabelecem diferenças de espaço e de velocidade, mas não estabelecem diferenças de tempo. O movimento é determinado pelas energias da natureza, enquanto o facto tempo é determinado pelas sensações abstractas dos homens." No seguimento desta perspectiva ou como consequência da mesma, surge uma outra declaração intempestiva, cuja corroboração é feita neste texto ensaístico mas está, para além disso, bastante explícita na obra de Nadir Afonso: a matemática é a essência da arte, o artista é aquele que descobre as relações matemáticas e geométricas no interior da natureza. Esta perspectiva não se aplica apenas às artes visuais, mas também à música ou à literatura, ambas feitas de sonoridades e ritmos matemáticos.

O Tempo Não Existe: Manifesto (Bilingue)

Manifesto (bilingue)

de Nadir Afonso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725765678
Editor: Dinalivro
Data de Lançamento: agosto de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 208 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789725765678

SOBRE O AUTOR

Nadir Afonso

Nadir Afonso, diplomado em Arquitetura pela Escola de Belas-Artes do Porto. Em 1946, estudou pintura na École des Beaux-Arts de Paris, onde por interferência de Portinari obteve uma bolsa de estudo do governo francês. Até 1948 e novamente em 1951 foi colaborador do arquiteto Le Corbusier, e serviu-se algum tempo do atelier de Fernand Léger. De 1952 a 1954, trabalhou no Brasil com o arquiteto Óscar Niemeyer. Nesse ano regressou a Paris, retomou contacto com os artistas orientados na procura da arte cinética, desenvolvendo estudos sobre pintura que denominou «Espacillimité». A sua primeira grande exposição antológica aconteceu, em 1959, na Maison des Beaux-Arts em Paris, seguindo-se muitas outras, até aos dias de hoje.
Prémio Nacional de Pintura em 1967 e Prémio Amadeo de Sousa-Cardoso em 1969. Membro da Ordem Militar Santiago de Espada e da Academia Nacional de Belas-Artes. Doutor honoris causa pela Universidade Lusíada. Representado nos Museus de Lisboa, Porto, Amarante, Rio de Janeiro, S. Paulo, Budapeste, Paris, Wurzburg, Berlim, entre outros. Sobre a sua obra foi feita uma retrospetiva, que foi apresentada no Museu Soares dos Reis e no Museu do Chiado. Têm uma Fundação com o seu nome na terra onde nasceu, Chaves.

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