O Socialismo que eu Vivi

Testemunho de uma ex-dirigente do PCP

de Cândida Ventura
Editor: Bizâncio, março de 2012 ‧
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A vida de Cândida Ventura é um notável exemplo de coragem. Militante do Partido Comunista Português desde os anos 30, foi uma das primeiras mulheres a ocupar cargos de destaque no Comité Central. Viveu na clandestinidade, conheceu as agruras da prisão, e, desde cedo, teve também problemas disciplinares no seio do partido, por pensar pela sua cabeça e expressar as suas opiniões. Representante do PCP na Checoslováquia, durante os anos 60, foi testemunha da Primavera de Praga e da ocupação soviética. Desde então consagrou a sua luta a denunciar as ilusões do «socialismo que viveu», acabando por abandonar o partido nos anos 70. Publicada pela primeira vez nos anos 80, reedita-se agora esta obra, um testemunho imprescindível para a compreensão da História do século XX, com um novo capítulo da autora, «O Que Faltou Dizer».

O Socialismo que eu Vivi

Testemunho de uma ex-dirigente do PCP

de Cândida Ventura

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725305003
Editor: Bizâncio
Data de Lançamento: março de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 234 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789725305003

Muito Interessante

Ana Cláudia

Excelente livro para ler com mente aberta e sem preconceitos para entender o funcionamento do PCP por dentro. Também para compreender o movimento comunista europeu. Ajuda a compreender a "dissidência", aqueles que abandonaram o PCP (e outros partidos comunistas europeus) por simples "delito de opinião".

a ler

João Manuel Aristides Duarte

Gostei do livro, para se ter uma perspectiva da dissidência

LIVRO muito interessante - a LER

Fernando Oliveira

Particularmente para quem viveu o PCP por dentro e não desiste de ouvir e ler testemunhos de outros que também percorreram esse caminho, a leitura deste livro só consolida a ideia de que a história do Movimento Comunista Internacional e do PCP terão de ser, futuramente, reescritas. Em nome da verdade e da justiça. Porque a liberdade de opinião e de consciência não pode ser confundida com traição. Porque o estalinismo e as suas práticas são o oposto do marxismo e o emporcalhamento do nome, da obra escrita e da acção dos grandes revolucionários que foram Marx, Lenin, Dubcek e muitos outros. Em Portugal foram indiscriminadamente e injustamente apelidados de "FOLHAS SECAS".

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