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O Semipresidencialismo nos Países de Língua Portuguesa
Editor:
Imprensa de Ciências Sociais, novembro de 2009 ‧
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SINOPSE
Em Abril de 1974, iniciou-se a democratização da lusofonia com a revolução dos cravos. Trinta e cinco anos depois, os governantes de todos países de língua portuguesa reivindicam para si a legitimidade democrática, conquanto seja bastante variável o grau de democraticidade de cada Estado. O semipresi-dencialismo consagrado na Constituição portuguesa de 1976 é, hoje, o sistema de governo adoptado por sete dos oito países lusófonos.
Esse sistema, uma das grande inovações do constitucionalismo do século XX, combina um presidente eleito pelo povo com um primeiro-ministro depen-dente da confiança parlamentar. A combinação pode ser feita de várias maneiras, o que sempre coloca em dúvida o lugar do presidente no sistema político. Saber quais são as prerrogativas formais e o papel efectivo do presidente na política nacional de cada um desses sete regimes é a grande pergunta respondida pelos autores deste livro.
O semipresidencialismo estabelecido pela Constituição de 1976 também teve um impacto sobre os modelos políticos escolhidos por quase todos os países de língua portuguesa em seus processos de democratização. Influenciou, inclusive, o debate constitucional brasileiro no final da década de 1980 e começo da de 1990. Saber a extensão do impacto é a segunda grande questão abordada na obra.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726712558 |
| Editor: | Imprensa de Ciências Sociais |
| Data de Lançamento: | novembro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 229 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 306 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
Livros em Português > Política > Política Internacional |
| EAN: | 9789726712558 |