O Sacerdote Adriano Botelho
Editor:
Chiado Books, abril de 2013 ‧
ver detalhes do produto
15,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
UzNBclVHNVNPRVptV1RRMmNUSnVVemhTWW1ObFpGTkJUVmRxWVhJMFpXVTBOV3hyVFRadVZDODRhRmRtZEVneFoycDFjak5aVWtOMlMxVk1SbVUxYzB0NWRsVnNLemhCYTFRcmRGRkRjMkUzWkhWdFN5OWxkazVWUVhGRlJXbFVhRVIxUVVWQlltcHhXSFkzZVdnMVMxQkhjRTlPTmxoRlF6aG5XSEJRWjJWWFVYRmpiVXhpV0RjeGJGaDRRM0ZDY0VSWWIwbDNNMEpxYlZGcVRHMXhiaXRYU1hsR2NYZDBUVk5CVjI5amVITlhiRU1yYUdab1IxbzNNVE5uYm5WS1EzbEJjRlE1TVhaV2JXVjRVRWM0ZEhac1FWaGlWMDlrSzJOQ1ozTjJRbU5tUlhSa2VucE5aVE5LZEc1WWQyZERTM0psVW5Sd1RWUm5OMFJPWVhJM1RqVnRMMkZGVkhOTWRqaFpURmRTYUd0b01EUklhak4zWXpVMVoxVlNRVkoyT0c5NGQxWldXQzlFY3l0NlQxQkpTWEU0ZURNMFMyNTFRbkpPU1dkaFRrUnNSRGtyVTB0dlJ6UkRXQ3RZTmlzd2QzTjRWalpyT0dsb2RYY3hTMjlvTm5SdE4zSmFkMWRtTUVsRVprazVRVzlxVVVWbVpIcHFOazFhZGxocldGSkRXRGgyZG5GVVppdDFiSEJZWmxkeWVVbHdhakkxT1VaT2JpOWFTMWhEUTBRd01IbERZVEZ3YkdaQ1EyazFWV0ZpYjFnMVZXVktTa3hrVFdGR1FYQjFhMVVyZVVwbGNrbDFSbTFOTld0bllrVm5VVFk0VjNJMGMwWXhTVmQyUjNVM1lsSkdMMVVyWVZKelEyTlhlRkpZTmsxclpWbGxkemg1V1UxVVdXMW9lV2REWjNsMVQwNWthWE5uTjJZeU4weERWSFp6TTFjclYyRTRTMlprVGsxdGEzbzFORzl5UXpKWVFrVlhNWFJoTDNaM1NXWjROamxrYVUxQkswSldLM1ZJVnk4cmVXRXljbTkxWjNCM2VVd3ZXbWRvZUVjdlVsWTBlRkp4Ykc1bVZFVkJPV2d4ZFd0c1JXNDJNMk14VjJKek4yMHhNR1Z1U0VSUVMyczVXakUyZWtjd1ZuWm1XbmRXYzJKbVRuVnRXblpKT0RSTFZWQndUekJ2VjA4MlMxSmhWMU5UYmxoR1drdzNVRXR2UmlzM1VsTjVSMUZZVUVGTlVXNVJWVWNyVlRCeVVtWTJlbXR5WmxkT2QwZzJWR0pyZDBOV05tcEhZbmMyYnpNd1dtMDNObWQ2VW1acU5UZEpjekJrTmt4NVRrNDVWVkZVWXpkRFpVbFpla3h5VW0wdlRuQnNVMDl1VW5WaWNVNU1TbU5ZTDJSMlNEVmhaejA5OmlLZnduU2pRdDBXaXlRdHMwc2I0VEE9PQ==
SINOPSE
A mensagem do presente livro "é uma síntese do Fascismo salazarista e do Fascismo actual, tomando, como núcleo, a vida e a obra do Sacerdote" Adriano da Silva Pereira Botelho, que fora, entre outras, Prior das freguesias de São Pedro de Alcântara e de São João de Brito de Alvalade.
Vem denunciar, alto e sonante, como um hino apocalípto do Dia de Juízo, os tempos fascizantes do Estado Novo e os do fascismo de hoje, ainda bem mais aviltante para o Povo, e as promessas feitas e não cumpridas dos sucessivos executivos pós 25 de Abril de 1974.
O salazarismo ainda concedia à arraia-miuda um mínimo, mas a chamada democracia, de cordel, de trazer por casa, até esse mínimo lhe usurpou, em proveito próprio. Récuas farisaicas, inimigas do Povo, que o tornaram (que ao tempo ainda era servo de gleba) em simples escravo, com deveres e sem direitos, como animais domésticos.
Bandos de fariseus, no Vale de Josafat, Repudiam Jesus, interpelam Jeová!
Não satisfeito, o governo que agora nos desgoverna, aos aposentados, além de lhes reduzir as escassas reformas, roubara-lhes os subsídios de Férias e de Natal, para os quais haviam descontado ao longo de muitos anos de trabalho e de sacrifício, para aumentar, ele, (des) governo, as suas mordomias e as da camarilha obsoleta e parasita, com a desculpa da Crise, por eles engendrada. Fora uma roubalheira nunca vista em parte alguma, desde que o mundo é mundo!Se não vier outro 25 de Abril a sério, não da burguesia mas do Povo, que acabe com esta ladroagem Infame, Portugal, o país mais antigo da Europa, acabará como nação independente e o seu Povo, humilhante e servil, roubado pela burguesia, expatriado, mundo fora, longe do torrão sagrado que lhe dera o ser, obrigar-se-à a vender a sua força de trabalho e ao desbarato, a quem a quiser comprar, para não morrer à míngua.
Vem denunciar, alto e sonante, como um hino apocalípto do Dia de Juízo, os tempos fascizantes do Estado Novo e os do fascismo de hoje, ainda bem mais aviltante para o Povo, e as promessas feitas e não cumpridas dos sucessivos executivos pós 25 de Abril de 1974.
O salazarismo ainda concedia à arraia-miuda um mínimo, mas a chamada democracia, de cordel, de trazer por casa, até esse mínimo lhe usurpou, em proveito próprio. Récuas farisaicas, inimigas do Povo, que o tornaram (que ao tempo ainda era servo de gleba) em simples escravo, com deveres e sem direitos, como animais domésticos.
Bandos de fariseus, no Vale de Josafat, Repudiam Jesus, interpelam Jeová!
Não satisfeito, o governo que agora nos desgoverna, aos aposentados, além de lhes reduzir as escassas reformas, roubara-lhes os subsídios de Férias e de Natal, para os quais haviam descontado ao longo de muitos anos de trabalho e de sacrifício, para aumentar, ele, (des) governo, as suas mordomias e as da camarilha obsoleta e parasita, com a desculpa da Crise, por eles engendrada. Fora uma roubalheira nunca vista em parte alguma, desde que o mundo é mundo!Se não vier outro 25 de Abril a sério, não da burguesia mas do Povo, que acabe com esta ladroagem Infame, Portugal, o país mais antigo da Europa, acabará como nação independente e o seu Povo, humilhante e servil, roubado pela burguesia, expatriado, mundo fora, longe do torrão sagrado que lhe dera o ser, obrigar-se-à a vender a sua força de trabalho e ao desbarato, a quem a quiser comprar, para não morrer à míngua.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895100446 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | abril de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 139 x 220 x 37 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 504 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895100446 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Se Tenho Medo?10%Chiado Books11,00€ 10% CARTÃO
-
O Carteiro de Estoi10%Chiado Books15,00€ 10% CARTÃO