O Sacerdote Adriano Botelho
Editor:
Chiado Books, abril de 2013 ‧
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SINOPSE
A mensagem do presente livro "é uma síntese do Fascismo salazarista e do Fascismo actual, tomando, como núcleo, a vida e a obra do Sacerdote" Adriano da Silva Pereira Botelho, que fora, entre outras, Prior das freguesias de São Pedro de Alcântara e de São João de Brito de Alvalade.
Vem denunciar, alto e sonante, como um hino apocalípto do Dia de Juízo, os tempos fascizantes do Estado Novo e os do fascismo de hoje, ainda bem mais aviltante para o Povo, e as promessas feitas e não cumpridas dos sucessivos executivos pós 25 de Abril de 1974.
O salazarismo ainda concedia à arraia-miuda um mínimo, mas a chamada democracia, de cordel, de trazer por casa, até esse mínimo lhe usurpou, em proveito próprio. Récuas farisaicas, inimigas do Povo, que o tornaram (que ao tempo ainda era servo de gleba) em simples escravo, com deveres e sem direitos, como animais domésticos.
Bandos de fariseus, no Vale de Josafat, Repudiam Jesus, interpelam Jeová!
Não satisfeito, o governo que agora nos desgoverna, aos aposentados, além de lhes reduzir as escassas reformas, roubara-lhes os subsídios de Férias e de Natal, para os quais haviam descontado ao longo de muitos anos de trabalho e de sacrifício, para aumentar, ele, (des) governo, as suas mordomias e as da camarilha obsoleta e parasita, com a desculpa da Crise, por eles engendrada. Fora uma roubalheira nunca vista em parte alguma, desde que o mundo é mundo!Se não vier outro 25 de Abril a sério, não da burguesia mas do Povo, que acabe com esta ladroagem Infame, Portugal, o país mais antigo da Europa, acabará como nação independente e o seu Povo, humilhante e servil, roubado pela burguesia, expatriado, mundo fora, longe do torrão sagrado que lhe dera o ser, obrigar-se-à a vender a sua força de trabalho e ao desbarato, a quem a quiser comprar, para não morrer à míngua.
Vem denunciar, alto e sonante, como um hino apocalípto do Dia de Juízo, os tempos fascizantes do Estado Novo e os do fascismo de hoje, ainda bem mais aviltante para o Povo, e as promessas feitas e não cumpridas dos sucessivos executivos pós 25 de Abril de 1974.
O salazarismo ainda concedia à arraia-miuda um mínimo, mas a chamada democracia, de cordel, de trazer por casa, até esse mínimo lhe usurpou, em proveito próprio. Récuas farisaicas, inimigas do Povo, que o tornaram (que ao tempo ainda era servo de gleba) em simples escravo, com deveres e sem direitos, como animais domésticos.
Bandos de fariseus, no Vale de Josafat, Repudiam Jesus, interpelam Jeová!
Não satisfeito, o governo que agora nos desgoverna, aos aposentados, além de lhes reduzir as escassas reformas, roubara-lhes os subsídios de Férias e de Natal, para os quais haviam descontado ao longo de muitos anos de trabalho e de sacrifício, para aumentar, ele, (des) governo, as suas mordomias e as da camarilha obsoleta e parasita, com a desculpa da Crise, por eles engendrada. Fora uma roubalheira nunca vista em parte alguma, desde que o mundo é mundo!Se não vier outro 25 de Abril a sério, não da burguesia mas do Povo, que acabe com esta ladroagem Infame, Portugal, o país mais antigo da Europa, acabará como nação independente e o seu Povo, humilhante e servil, roubado pela burguesia, expatriado, mundo fora, longe do torrão sagrado que lhe dera o ser, obrigar-se-à a vender a sua força de trabalho e ao desbarato, a quem a quiser comprar, para não morrer à míngua.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895100446 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | abril de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 139 x 220 x 37 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 504 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895100446 |
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