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O Rosto da Poesia

A poesia inventou paixão, com rimas brancas de neve

de António José Silva
Editor: Chiado Books, junho de 2012 ‧
9,00€
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Sem preocupações de rima ou de métrica, António José Silva retoma vozes há muito desaparecidas da escrita portuguesa para escrever os seus versos como os japoneses escrevem os seus hai-kus: simples, certeiro, parco de palavreado, por entre centenas de referências às manifestações da Natureza que inovam todo o seu trabalho.

Em "Clara era a poesia", por exemplo, o primeiro verso fala-nos logo de "o amanhecer cinzento duma fria neblina", seguida de "nesta doce invernia", "os sinos tocam", "a chuva que cai docemente".

Obrigatórias na arte japonesa em dezassete sílabas métricas, as maravilhas do mundo vivo sucedem-se na escrita brilhante de um autor que sabe permanecer modesto e timorato perante todo o planeta que o rodeia: "a poesia nasce na alma/percorre o leito dum rio por águas que desaguam no nosso peito/as palavras caem em lagos/passando por cima de cisnes e de campos verdes". Como dirá o autor a certo passo, "a vida é isto/às vezes um sonho". Eu acrescentaria apenas, tão suave como a neve que António José Silva, tantas vezes invoca, que "isto é muito bom."

O Rosto da Poesia

A poesia inventou paixão, com rimas brancas de neve

de António José Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896975791
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 217 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 109
Tipo de produto: Livro
Coleção: Prazeres Poéticos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896975791

SOBRE O AUTOR

António José Silva

António José da Costa Silva, que assina todos os seus trabalhos intelectuais como António José da Silva, é casado, tem um filho, nasceu e reside na cidade da Covilhã.

Repartiu a sua vivência entre Mira de Aire, Lisboa e Guiné-Bissau. Estudou na Campos Melo (Covilhã) e no Liceu Camões (Lisboa), tendo em 1980 efetuado exame ad-hoc para acesso à Faculdade de Letras, com nota admissível, favorável e positiva. Publicou alguns poemas nos finais dos anos sessenta e setenta no Diário Popular, no célebre suplemento juvenil de Alice Vassalo Pereira. Foi fundador do GIC – Grupo teatro das Beiras. Pertenceu a várias Direções do Sporting Clube da Covilhã, tendo em algumas delas exercido o cargo de Diretor do Jornal do Clube. Assinou três Antologias – Volumes IV – V, e VI Entre o Sono e o Sonho, tendo estado presente no Casino Estoril, onde foi diplomado. Escreveu os livros – O Rosto da Poesia e Varanda dos Carqueijais, tendo com um poema do livro O Rosto da Poesia obtido um poema de mérito (nos 15 melhores poemas de 2013) por uma prestigiada Associação de Escritores, e sido privilegiado, através duma recomendação na TVI pelo Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa para o seu livro Varanda dos Carqueijais. É autor das letras – A Marcha do Leão da Serra, o Hino da Associação Mutualista Covilhanense e o Hino da Casa da Covilhã em Lisboa. É Delegado na Covilhã da Associação Portuguesa de Poetas. Representante Regional da Chiado Editora, e coordena o programa de Rádio Bastidores da Cultura, na Rádio Cova da Beira. Considera-se um homem feliz, com uma enorme vontade de continuar a escrever poesia, que é na vida, aquilo que mais ama fazer.

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