O Real Nunca Existiu - O Princípio de Dom Quixote

de Michel Onfray
Editor: Cavalo de Ferro, setembro de 2015 ‧
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Michel Onfray, um dos mais destacados e polémicos filósofos franceses da actualidade, propõe-nos nesta sua «contra-história da literatura» uma apaixonante releitura integral do Dom Quixote de Cervantes: obra fundamental da modernidade, na origem do quixotismo, ou seja, de uma nova forma de pensar, de ver, de fazer e de dizer, que consubstancia «essa paixão furiosa pelas ideias em detrimento da realidade, essa religião do ideal sem ter em conta o real». O famoso herói de Cervantes, que combate os moinhos de vento: «é, pois, mais do que ele próprio: ultrapassa a sua definição física e moral para adquirir um sentido lendário, simultaneamente mitológico, filosófico e emblemático»; alguém para quem «o real nunca existiu

O Real Nunca Existiu - O Princípio de Dom Quixote

de Michel Onfray

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896232085
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 223 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896232085

Mais uma apaixonante interpretação do Dom Quixote

Paulo Jorge Teixeira Cavaco

Michel Onfray, personalidade polémica do mundo da cultura francês, apresenta-nos nesta obra uma interessante leitura do Dom Quixote de Miguel de Cervantes. Este ensaio, composto de 16 textos, explora diversos aspetos da obra de Cervantes, apresentando uma visão original sobre este clássico da literatura espanhola. Recomendo vivamente a leitura desta obra de Michel Onfray.

SOBRE O AUTOR

Michel Onfray

Michel Onfray (1959) nasceu na Normandia e passou parte da sua infância num orfanato, tendo recebido instrução numa escola católica, «essa fornalha viciosa», como mais tarde lhe chamou. Doutorou-se em Filosofia e enveredou pela carreira docente. Foi professor do secundário no liceu técnico de Caen até 2002, altura em que renuncia ao ensino público para criar a Universidade Popular de Caen, com o propósito de ali ensinar uma «contra-história» da filosofia. Autor de inúmeros livros, Michel Onfray desenvolveu uma teoria do hedonismo que propõe a reconciliação do homem com o seu corpo, uma máquina sensual, e uma ética fundada na estética. Admirador de Nietzsche, define-se como «freudo-marxista». Ostenta um ateísmo sem concessões e considera que o cristianismo é indefensável.

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