10% de desconto

O Processo

Tentativas de condicionamento da informação em Portugal

de Orlando Raimundo
Editor: Rosmaninho, março de 2025 ‧
12,00€
10,80€
10% DESCONTO IMEDIATO
As tentativas de calar a imprensa, que muitos julgam ter terminado a 25 de Abril de 1974, persistem, agora sob disfarce, agindo de forma mais sofisticada. Os jornalistas defrontam-se hoje, num jogo de sombras, armadilhado, com especialistas em Contra-informação (angelicamente disfarçados de Assessorias de Imprensa, pagos principescamente por detentores do poder político e económico. As mentiras que dão consistência à Desinformação navegam descontroladamente nas redes sociais, infiltrando-se nos grupos do WhatsApp e Facebook.

A corrupção e a fraude invadem governos e autarquias. O trabalho de investigação e denúncia dos abusos cometidos por ordem e a favor de poderes políticos e económicos, é imprescindível de todo. Mesmo quando existem leis específicas para garantir a livre emissão de pensamento, qualquer fissura no Estado de Direito constitui um perigo de colapso de direitos civis.

Uma informação completa, verdadeira e responsável é um dos pilares fundamentais dos sistemas democráticos. Daí a importância do Mirantegate, enquanto testemunho da luta permanente pela defesa desse legado. O Processo é um livro para quem se interessa por decisões judiciais que poem em causa a liberdade e a democracia.

O Processo

Tentativas de condicionamento da informação em Portugal

de Orlando Raimundo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893561546
Editor: Rosmaninho
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 292
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 9789893561546

SOBRE O AUTOR

Orlando Raimundo

Orlando Raimundo, licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, é escritor, jornalista e investigador independente. Estudou jornalismo em Paris e Tóquio, pós-graduou-se no ISCTE e foi assessor editorial do Instituto Politécnico de Lisboa. Enquanto profissional da Comunicação Social, ajudou a lançar o primeiro jornal da Guiné-Bissau livre e independente e a fundar o Cenjor, foi redator de O Século, Diário Popular e Expresso, tendo integrado o quadro redatorial deste semanário durante quase vinte anos, e escreveu mais de uma dezena de livros, entre os quais A Linguagem dos Jornalistas e A Entrevista no Jornalismo Contemporâneo. A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo é considerado uma obra de referência sobre os anos finais da ditadura.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR