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O Problema da Consciência da Ilicitude em Direito Penal
(6ª Edição)
Editor:
Coimbra Editora, novembro de 2009 ‧
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SINOPSE
Prefácio
A 1.ª edição de O Problema da Consciência da Ilicitude em Direito Penal foi publicada vão há exactamente quarenta anos. Pensado e escrito em plena vigência do Código Penal de 1852/1886, o livro viu passar por ele a Constituição da República Portuguesa de 1976 e as suas sucessivas revisões, o novo Código Penal de 1982, a sua Reforma de 1995 e as alterações legislativas posteriores, como viu passar, sobretudo, os vendavais que abalaram até aos seus fundamentos as concepções do mundo e da vida que, ao tempo da elaboração da monografia, generalizadamente se perfilhavam no seio da nossa comunidade.
O novo público jurista continua, no entanto, interessado em conhecer a obra, pelo que ao seu autor nada mais restava senão render-se ao incentivo amigo da Coimbra Editora para que autorizasse uma nova edição da versão original. Aqui me apronto por isso a escrever mais este prefácio, que concluirei com uma nota: tenho plena consciência de que a manutenção do interesse das novas gerações de juristas pela obra deve pouco aos seus méritos intrínsecos eventuais, insusceptíveis de lhe conferir uma impossível intemporalidade; e deve muito mais à circunstância de que evoluções legislativas e vendavais das mundividências em nada alteraram, mas pelo contrário radicaram, a verdade proclamada há mais de um século por von Liszt, um patriarca da nossa disciplina e, ademais, um corifeu daquilo que se continua a chamar "positivismo": "é - disse ele - com o aprofundamento da doutrina da culpa que se mede o progresso do direito penal".
A 1.ª edição de O Problema da Consciência da Ilicitude em Direito Penal foi publicada vão há exactamente quarenta anos. Pensado e escrito em plena vigência do Código Penal de 1852/1886, o livro viu passar por ele a Constituição da República Portuguesa de 1976 e as suas sucessivas revisões, o novo Código Penal de 1982, a sua Reforma de 1995 e as alterações legislativas posteriores, como viu passar, sobretudo, os vendavais que abalaram até aos seus fundamentos as concepções do mundo e da vida que, ao tempo da elaboração da monografia, generalizadamente se perfilhavam no seio da nossa comunidade.
O novo público jurista continua, no entanto, interessado em conhecer a obra, pelo que ao seu autor nada mais restava senão render-se ao incentivo amigo da Coimbra Editora para que autorizasse uma nova edição da versão original. Aqui me apronto por isso a escrever mais este prefácio, que concluirei com uma nota: tenho plena consciência de que a manutenção do interesse das novas gerações de juristas pela obra deve pouco aos seus méritos intrínsecos eventuais, insusceptíveis de lhe conferir uma impossível intemporalidade; e deve muito mais à circunstância de que evoluções legislativas e vendavais das mundividências em nada alteraram, mas pelo contrário radicaram, a verdade proclamada há mais de um século por von Liszt, um patriarca da nossa disciplina e, ademais, um corifeu daquilo que se continua a chamar "positivismo": "é - disse ele - com o aprofundamento da doutrina da culpa que se mede o progresso do direito penal".
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723216592 |
| Editor: | Coimbra Editora |
| Data de Lançamento: | novembro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 231 x 30 mm |
| Páginas: | 524 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito Penal
|
| EAN: | 9789723216592 |
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