O Príncipe

de Maquiavel
Editor: Coisas de Ler, abril de 2003 ‧
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Um dos grandes clássicos de todos os tempos, "O Príncipe" continua a ser uma obra perturbadoramente realista e profética sobre o que é necessário para se ser um príncipe... um rei... um presidente... um político. Quando, em 1512, Maquiavel foi retirado do seu posto na sua amada Florença, decidiu escrever um tratado sobre a liderança que fosse essencialmente prático e não idealista.

O Príncipe

de Maquiavel

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728710262
Editor: Coisas de Ler
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 211 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 116
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789728710262
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Maquiavel

Nicolau Maquiavel é considerado, por muitos, o pai do pensamento político moderno. Nascido em Florença a 3 de maio de 1469, foi um dos mais relevantes filósofos e políticos italianos do século XV. Emmeadosdadécadade1490, após a expulsão da família Médici do governo da região, tornou-se funcionário ao serviço da República Florentina. Foi nessas funções que fez serviços e viagens diplomáticas, o que lhe permitiu conhecer diferentes formas de exercer a política e o poder. Uma das pessoas que admirou terá sido o filho ilegítimo do Papa Alexandre VI, César Bórgia, um importante militar e estadista, que granjeou poder e fama pela força das armas e, sobretudo, da crueldade, da astúcia e do logro – era tão eficaz a levar à morte os adversários como a criar alianças, desde que favorecessem o seu estatuto. O percurso desta figura histórica terá servido a Maquiavel como principal inspiração para a sua obra mais famosa, O Príncipe, de 1513. Um ano antes, com o regresso dos Médici a Florença, Maquiavel perdera o seu cargo político e caíra em desgraça, tendo mesmo sido preso, torturado e exilado. Com a reconquista da liberdade dedicou-se à literatura, tendo então escrito várias das suas obras mais sonantes, como A Arte da Guerra (1519-1520) ou História de Florença (1520-1525). Faleceu a 22 de junho de 1527, na sua Florença, pouco tempo após apresentar este último livro ao seu patrono, o Papa Clemente VII – o mesmo que patrocinou vários obras-primas da História, como O Juízo Final, de Miguel Ângelo, ou A Transfiguração, de Rafael.

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