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O Primeiro de Maio

de Sebastião de Magalhães Lima
Editor: Libertária, setembro de 2022 ‧
15,90€
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«A obra que prefaciamos resulta de um desafio do mestre Benoît Malon a Magalhães Lima de colocar no papel as suas impressões no âmbito da participação do português no 3.º congresso da II Internacional, que aconteceu em Zurique, entre 6 e 9 de Agosto de 1893. Magalhães Lima dedicou o trabalho ao socialista francês, em cumprimento da promessa que fizera quando o visitou, já doente, no seu leito, em Paris, dias depois do congresso. Foi a última vez que Magalhães Lima o veria. Benoît acabou por falecer em Setembro desse ano. O título da obra está directamente ligado a uma das resoluções tomadas naquele congresso, a confirmação da resolução do congresso de Bruxelas (1886) para a realização de manifestações do 1.º de Maio pelos trabalhadores. Deste ponto de partida, aborda o desenvolvimento das ideias socialistas na Europa, os seus teóricos e respectivos programas, e as várias especificidades que definem o seu pensamento, entre as quais o federalismo, a arbitragem internacional, o pacifismo e o feminismo.»

Gabriel de Oliveira Feitor

O Primeiro de Maio

de Sebastião de Magalhães Lima

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895351916
Editor: Libertária
Data de Lançamento: setembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 202 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789895351916

SOBRE O AUTOR

Sebastião de Magalhães Lima

Sebastião de Magalhães Lima nasceu em Santos (Brasil) a 30 de maio de 1850 e faleceu em Lisboa a 7 de dezembro de 1928. Foi advogado, jornalista, político, escritor, fundador da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem e dos jornais "O Século" e "Comércio de Portugal". Republicano, maçon e pioneiro do socialismo português, fez parte da Geração de 70 e dirigiu os periódicos republicanos "A Folha do Povo" e "A Vanguarda".
Em 1909 foi indicado para o Prémio Nobel da Paz e em 1919 foi Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. Foi grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido, com o mais longo mandato na história maçónica portuguesa, de 1907 até 1928.

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