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O Portão Vermelho Ruço

de Rui Freitas
Editor: Cordel D' Prata, maio de 2025 ‧
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Órfão desde recém-nascido e após a morte também precoce dos pais adotivos, o Daniel, sem mais ninguém, foi entregue aos cuidados da avó, uma mulher amargurada e sem afetos. Numa tarde de inverno, ao entrar em casa molhado, ouviu-a vociferar que assim não chegaria aos trinta. Ele, saturado, retorquiu que ela não duraria nem trinta dias. Vinte e sete dias depois, a avó morreu. A Mónica encontrou-a estatelada no chão da cozinha ao lado de um banco com um pé partido. Estava sozinha. O Daniel estava sentado junto ao ribeiro, e quando ela lhe disse, olhou-a, murmurou nem trinta dias e desapareceu mata adentro. Foi encontrado de madrugada a vaguear só e catatónico. Os amigos internaram-no numa instituição e um deles passou a escrever-lhe cartas detalhando as suas vidas, que uma enfermeira lhe lia repetidamente. Ao fim de três anos, numa madrugada, o Daniel despertou e saiu. Apanhou o comboio em direção à vila natal para... procurar o Daniel...

O Portão Vermelho Ruço

de Rui Freitas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895856244
Editor: Cordel D' Prata
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 221 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 358
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789895856244

SOBRE O AUTOR

Rui Freitas

Rui Freitas nasceu em Coimbra em 1964, passou a sua infância no Porto e até ver, vive em Lisboa. no seu percurso de vida manteve sempre uma forte ligação às artes, nomeadamente à pintura, à escrita de contos e poesia e até à música.
Passou pela Escola Secundária Artística António Arroio e estudou pintura no Ar.Co. com o mestre José Mouga.
Experimentou a publicidade pintando montras, cartazes, anúncios de cinema e logotipos; desenhou retratos e expôs pintura individualmente três vezes, em Vila Franca de Xira, no Porto e recentemente em Lisboa.
Toca harmónica e a banda sonora da sua vida seria composta por Tom Waits, tendo o jazz, o rock pesado e a música clássica como cenário.
Tem um romance em desenvolvimento e uma capacidade enorme de partilhar eloquência com quem o rodeia.
É licenciado em Estudos Artísticos, membro da Amnistia Internacional, tem presença na Internet através do blog Correio Interno e do site Artes & contextos, do qual é diretor.
Informático de profissão até 2011, a partir daí passou a diletante a tempo inteiro.
Rui Freitas é também um humanista e um espírito livre, que acredita que a liberdade é o valor supremo e que a expressão pela arte é intrinsecamente honesta e a única verdadeiramente livre.

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