adicionar à lista de desejos
O Planalto do Bié
Diários de viagem de László Magyar (1848-57)
Editor:
Edições Colibri, junho de 2019 ‧
ver detalhes do produto
13,25€
10% DESCONTO
CARTÃO
ZVRGb1prbGpiMlo1VW1jek1qUmxRbVY1TnpscFMwTmhRM2syZDNCaVZtSlphVzVCUzBwUU9GRmFkM1ZJWlhCT01ESlJOMloxTW10VVpsTmllWFJxYWtGUE1WbGlORWg0Y0VKSWExbE5SSE5pTTBVdlUzcFFhRkowYldwUVRrY3lNVlpIVUdZNFFuaEZkU3RUYURkak9TOUdZWE16TlhvM1JsRmtPR0ZvV0U1WWVTdFNOekpxUW5WNU1tZDJWWGxWWmtzMlRXaEhSazAyY1ZsR2JXWjRSVnBOVnpRMFJIVkpiWEpsU2xnNFpHaG9WMlpFWm10RE0zRldORU54TlVsRll6aE1RMngyVDBSQmIzSk1MME5HTTJ0RVRYaFRlSEJPZUcxaWFXTnlUeTlaYUROMFZ6SkRaM2RGWjB0T2JrdzNNR1ZETVRCck9HSmxZbWsyU0ZCRmJ6Vk9hM1JPYm1GUFowcE9jR2xEV0haMGQwMXljRXhLZG10UWJEQTNXRXRYYm5WR2JWRmFabE0yVkN0VmRVMTVaVnBFVUdkWmNtVm9jMkZRU0VRclUyaHZZVzAyWVhkbE5sTTFPSGxFZEhWNlpVSnpVMHBHVUdKT1dsRXpZblZLVVRjNGJteFphelpuZFd0eVpHNXdOVWxpT1VOeFpESkhjRlpPYkc5SlZHeHhVemxRTVVKak5GVm1ZVFJvVVRCTlVDOTBhak0wWmxwNmEzZDFTSEowYzNZNEwzaFZZak5FWlhSb1RHUTNRVE5MUjNwb1ptMW1OM3BMU2t4eFVXTkRPVzlaTDI4dk0yRkxhM1p6V1N0T1UwWlJTek5WYjFGSFFWTnNWRFV6VURnNFVHOUZUSHB1TmtsVmNGcDFhVWhFVjJzelkySjJZWE5ETUc5RllUSktiMHhTWkRGMU5VeFFjV0pxTlhOeVlrSXhXVE5qWVRSbmJtSm1Sak0xVDB4bk0xTmtSamhxVWpsdGVrVkVVekZtUjJaYVEyc3JXRkZTVFRoTUx6Um5MMko0Y1d4TFIyMWpWelZSWVhCTVJVUlFWVFJ6ZW1aeldVc3pkbkpzTXpsRWFEWkhVblVyVm5sM1dtOWFkMjVEVEVRNVVFbFhhek14UjBjeVluUnVZbkZTYVVabVkwdFJia2x3VDFoWlZHOXZRa1ZNUm1NNFdrcHZXVnBDVTFkR1FXeG1hbWxqUzFkYWVVMW9jV05sZHpCQ1MybGhZVEJrTDJoWFYyMTJXbXRIWm1OclIyc3ZkbWhsTlRaU2R6bFdUelF3WlVkeFYwVjRjMjVHZGtVNWNXaDBlRlZsTVRCUGVXRkxiRlJDV210aVlVSlFUVUU1ZDFkclpUUnFOMVl6UkZaSk5FcExSMFEyZUVSa1VGSk5OV3BHTUhscVpqTjBkejA5OklMNHFBNnhLcDVSa2pNSWZGQUVCcnc9PQ==
SINOPSE
«Esta não é uma obra de um explorador ou de um viajante, mas sim a de um colono que optou por viver e morrer numa peculiar forma de autoexílio. nas suas linhas ignora-se a tensão e a pressa tão características dos viajantes. o autor confessa não ter tido à sua disposição nenhum livro que pudesse tê-lo ajudado no seu trabalho. Daí precisamente a sua originalidade e, mais que isso, a sua credibilidade também. (…) Posso assegurar que estas descrições, tão simples quanto acessíveis, fazem com que os seus leitores se familiarizem melhor com o Continente Negro do que por meio de qualquer rebuscada obra científica.»
[Richard Burton, 1886]
"O meu decidido objectivo é explorar a África Austral, o que só vejo e espero poder levar a bom porto, conhecendo perfeitamente a língua e os costumes dos nativos. Para tal empresa nem podia ter encontrado tão excelente ocasião como entre os bienos, exímia gente dada ao comércio." Esta frase do explorador húngaro László Magyar é uma arte poética, hoje diríamos, dum antropólogo cultural. Reside precisamente nesta faceta, nas circunstâncias que assume a seu favor o viajante, a sua grandeza enquanto explorador geográfico em construção. Casado com Ozoro, a filha dum soba, foram assim abertas novas sendas para um melhor conhecimento do interior do Continente Negro.
Este pequeno livro ergue um monumento à memória do explorador húngaro László Magyar, nascido há duzentos anos em Szombathely, na Hungria, e falecido com o nome de "Enganna Como" em 1864 no Porto Cuíto de Angola.
Publicam-se assim, pela primeira vez e reunidos em língua portuguesa, os seus diários de viagem, publicados e dispersos em húngaro, e que, agora traduzidos, pretendem contribuir para um melhor conhecimento internacional do solitário explorador húngaro, um dos não colonialistas em vésperas da Partilha de África.
[Richard Burton, 1886]
"O meu decidido objectivo é explorar a África Austral, o que só vejo e espero poder levar a bom porto, conhecendo perfeitamente a língua e os costumes dos nativos. Para tal empresa nem podia ter encontrado tão excelente ocasião como entre os bienos, exímia gente dada ao comércio." Esta frase do explorador húngaro László Magyar é uma arte poética, hoje diríamos, dum antropólogo cultural. Reside precisamente nesta faceta, nas circunstâncias que assume a seu favor o viajante, a sua grandeza enquanto explorador geográfico em construção. Casado com Ozoro, a filha dum soba, foram assim abertas novas sendas para um melhor conhecimento do interior do Continente Negro.
Este pequeno livro ergue um monumento à memória do explorador húngaro László Magyar, nascido há duzentos anos em Szombathely, na Hungria, e falecido com o nome de "Enganna Como" em 1864 no Porto Cuíto de Angola.
Publicam-se assim, pela primeira vez e reunidos em língua portuguesa, os seus diários de viagem, publicados e dispersos em húngaro, e que, agora traduzidos, pretendem contribuir para um melhor conhecimento internacional do solitário explorador húngaro, um dos não colonialistas em vésperas da Partilha de África.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896898786 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | junho de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 228 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 168 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura de Viagem
|
| EAN: | 9789896898786 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Estudos Preliminares de Inéditos Juvenis de José Correia Serra10%Edições Colibri10,00€ 10% CARTÃO
-
Paris10%Edições Humus8,10€
9,00€