10% de desconto

O Parque

de Sarah Pearse
Livro eBook
Editor: Porto Editora, outubro de 2024 ‧
19,99€
17,99€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Da autora bestseller de O Sanatório e O Retiro, chega-nos o derradeiro capítulo da história da detetive Elin Warner, ambientado num cenário de cortar o fôlego: o Parque Nacional da Peneda-Gerês
Aqui fora, nas profundezas da floresta, é fácil perdermo-nos... de vez
Após os acontecimentos sombrios que lhe marcaram a infância, Kier Templer fugiu da sua cidade natal e do irmão gémeo, Penn, para viver na estrada. Atormentada pelo passado, continua a ele ligada graças aos mapas emocionais que desenha, representações físicas de memórias essenciais. Os dois irmãos nunca perderam o contacto até que, ao chegar a um parque nacional português, o comportamento de Kier se altera abruptamente. E quando a jovem desaparece sem lhe enviar os seus últimos mapas, Penn percebe que se passa algo muito errado com a irmã.
Meses depois, a detetive Elin Warner chega ao mesmo parque, pronta a reconstruir a sua relação com o irmão, Isaac – apenas para ser informada do desaparecimento de Kier. Aos poucos, a beleza selvagem que a rodeia ganha contornos sinistros e todo o parque parece conter pistas sobre o que aconteceu a Kier, em particular, as que podem estar relacionadas com a estranha comunidade que ocupa um acampamento isolado nas profundezas da floresta.
Depois de uma descoberta perturbadora, Elin fica chocada ao perceber que o desaparecimento de Kier é bastante mais pessoal do que imaginara, e sente que tem de descobrir o que de facto lhe aconteceu. No entanto, quando se segue um rasto, é preciso estar sempre alerta...
Gerês_wookacontece_640.jpg

O Parque – o Gerês é o cenário da nossa sugestão da semana na RFM!

Nesta terceira semana, o destaque do WOOK vais ler esta semana, o espaço de sugestões semanais de leitura na RFM, vai para O Parque um thriller em tons de verde-medo.
Sarah Pearse, a autora bestseller de O Sanatório e O Retiro, brinda os leitores portugueses com uma boa surpresa para o aguardado capítulo final da história da detetive Elin Warner – é que, desta vez, a ação desenrola-se no nosso deslumbrante Parque Nacional da Peneda-Gerês. Nas mãos de Pearse, o pulmão verde de Portugal ganha uma aura enigmática e, até, perturbadora, por isso prepare-se para ler por sua conta e risco… Nunca viu o Gerês desta maneira! Eis a sinopse:

Kier Templer, marcada por um passado sombrio, fugiu da sua cidade natal e do seu irmão gémeo, Penn, mantendo contacto com ele através dos mapas emocionais que desenhava, representações físicas das suas memórias. No entanto, ao chegar ao Gerês, Kier desaparece sem deixar rasto, e Penn percebe que algo está muito errado. Meses depois, a detetive Elin Warner chega ao parque com o objetivo de reconstruir a sua relação com o irmão, Isaac, apenas para se deparar com o mistério do desaparecimento de Kier. A beleza selvagem da floresta esconde segredos sombrios, especialmente em torno de uma comunidade isolada no coração do parque. Após uma descoberta chocante, Elin percebe que a ligação ao caso é mais pessoal do que pensava, e que o desaparecimento de Kier pode estar ligado a algo muito mais sinistro...

Ao longo de seis semanas, até 10 de novembro, todas as segundas-feiras, os locutores do programa da Manhã da RFM, em parceria com a WOOK, irão sugerir um livro aos ouvintes e leitores. Continue a acompanhar-nos, com um livro novo a cada semana! Quer ler já este romance? Comece com o prólogo do livro. O resto da história, encontra-a aqui.

PRÓLOGO de O Parque, de Sarah Pearse:

    «A autocaravana ganha vida à noite: fica um calor agradável no seu interior quando as luzes estão acesas, uma intimidade que me faz sentir aconchegada num casulo. A luz suaviza os ângulos: as linhas retas e utilitárias do fogão e do frigorífico, os pacotes de comida empilhados ao lado do lava-louça.
    Mas é também a hora do dia em que me sinto mais vulnerável.
    A autocaravana revela tudo, quando as sombras começam a alongar-se sobre a terra lá fora, com as luzes a iluminarem exatamente quem sou, aquilo que me anima. Não apenas os bens materiais – os meus livros e quadros, mas também as minhas manias e rotinas. Cada pequeno movimento que faço.
    Embora tente não pensar nisso, é assustador imaginar como será a autocaravana vista de fora: pequena, isolada, a única coisa iluminada entre as trevas.
    Olho através da janela. O parque está quase totalmente às escuras, agora; as árvores não são mais do que vultos opacos contra o céu. A noite parece estender-se sobre a terra mais depressa, aqui, mergulhando-a subitamente na penumbra.
    Mesmo à luz do crepúsculo, esta tornou-se a minha parte preferida deste sítio – esta vista; o rio a serpentear numa linha sinuosa através do vale, as árvores por detrás erguendo-se para as aldeias no sopé da montanha. As nuvens parecem pairar permanentemente acima dos telhados, como se as casas tivessem inspirado e expirado coletivamente.
    Viro a cara, o meu olhar atraído pelo papel na mesa à minha frente.
    A cada linha que tracei, deixei partes de mim mesma. Primeiros beijos.
O esconderijo no telhado. Campos de fogueiras que incendeiam o céu.     Por um momento, sou transportada para a época em que aqui cheguei. Cerveja morna, entornada, peganhenta. Risos.
    Sorrio. O sorriso morre.
    Um ruído lá fora. Não é a banda sonora habitual do parque nacional – pássaros a cantar, folhas empurradas pelo vento –, mas algo mais deliberado.
    Passos a arrastarem-se na terra.
    De súbito, o pequeno espaço dentro da autocaravana torna-se ainda mais diminuto, como se as paredes se fechassem, se apertassem. O espaço já não parece aconchegante mas enclausurado, abafado.
    Sustenho a respiração, olho uma vez mais pela janela.
    A escuridão lá fora não revela nada. Apenas vultos em movimento, os vagos contornos de ramos a estenderem-se uns para os outros.
    Mas depois escuto um som dissonante. Metal contra metal.
    As minhas entranhas contraem-se e voltam a contrair-se. Lembro-me do que a minha mãe costumava chamar a essa sensação: origami de tripas.
    Levanto-me e tiro o papel de cima da mesa, olhando em volta freneticamente.
    Tenho de o esconder.
    Debruço-me para o armário e, ao fazê-lo, colido com a prateleira e derrubo o moinho de sal. A tampa não está bem fechada e o sal espalha-se pelo chão.
    Quando levanto os olhos, há um rosto à janela.
    O meu corpo estaca por completo. Sangue, respiração, coração – nada se move.
    Apesar das sombras consigo ver: a raiva.
    Respiro fundo, mas não tento fugir. Não sinto surpresa, apenas resignação.
    Talvez, no fundo, soubesse que acabaria assim.
    Talvez a narrativa estivesse determinada desde o início.
    Não se pode escapar a um monstro.
    Devia tê-lo percebido desde o início.»

O Parque

de Sarah Pearse

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03848-7
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 404
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 978972003848710
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Um pouco assustador

Helena Leote

Usando uma escrita simples, a autora criou uma narrativa cheia de reviravoltas e de suspense até ao final. O ambiente, onde se desenrola parte da ação, é o Parque Nacional Peneda-Gerês, o que não deixa de ser fascinante, dado que a autora é inglesa. O modo como o descreve confere riqueza ao texto: as cascatas, lagoas e rios compõem um cenário maravilhoso. Aconselho a sua leitura.

Claustrofóbico

Antónia Capito

É com agrado que li este novo thriller da Sarah Pearse, cuja ação se passa maioritariamente em Portugal, mais concretamente no Gerês, um parque lindíssimo mas igualmente cheio de histórias macabras. Ideal para servir de enredo a esta história.

O melhor da autora

Sílvia Couto

Adorei este livro. Não só por se passar no nosso querido Parque Nacional da Peneda-Gerês, como também por ser o mais surpreendente dos três livros que li desta autora. Muitas reviravoltas que nos deixam agarrados ao livro até ao final. Recomendo a leitura prévia dos dois livros anteriores, "O Sanatório" e de "O Retiro", para compreender melhor a narrativa, principalmente com as questões relacionadas com a vida pessoal da detetive Elin Warner.

Excelente

Joao Branco

Mais um livro fantástico e viciante desta excelente autora!

Muito bom

Sandra Chaves

Esse é o terceiro livro da série da Detetive Erin e foi fabuloso! No início teve um ritmo um picho lento, mas a tensão e a intriga cresceram de uma forma que não conseguimos larga o livro. A autora tem uma capacidade incrível de descrever as cenas e o ambiente, assim conseguimos nos sentir dentro da história e viajando no Gerês (o que amei por ser aqui em Portugal). Com várias reviravoltas, algumas inclusive não consegui me adiantar e pude perceber que nem tudo é o que parece ser! Para mim foi uma leitura muito boa, pena que aqui acaba essa série, porque sinceramente queria mais! Se gosta de um suspense viciante, então se jogue nesse livro e vá passear nos Gerês ¿¿

Thriller emocionante

Sarah Musgrave

“O Parque” de Sarah Pearse é o terceiro thriller da saga Elin Warner. Neste livro, vamos deparar-nos com uma Erin que ainda está a recuperar de tudo o que vivenciou no segundo livro. De férias com o irmão Isaac, no maravilhoso Parque Natural do Gerês, Elin tenta recuperar a sua relação com ele. No entanto, o misterioso desaparecimento de Kier Templer, irmã de um amigo de Isaac, apenas uns meses antes, do parque, leva Erin a investigar. Como é que uma mulher desaparece de um dia para o outro? O que lhe terá acontecido? PONTOS FORTES: - escrita simples - leitura viciante - suspense crescente - reviravoltas inesperadas - cenário idílico - final inesperado PONTOS FRACOS: - nada a registar. Gostei muito deste livro. Dos três livros é o meu favorito. Foi uma leitura diferente e viciante, que devorei de um dia para o outro. Gostei muito da Elin neste livro.

Excelente

Pedro Figueiredo

Sem dúvida o melhor livro desta trilogia. A escritora melhorou o seu suspense de livro para livro. Um dos melhores thrillers deste ano. Recomendo vivamente

SOBRE O AUTOR

Sarah Pearse

Sarah Pearse estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Warwick e trabalhou numa empresa de relações públicas. Embora atualmente more em South Devon com o marido e as duas filhas, viveu vários anos na Suíça, onde explorou as montanhas junto a Crans Montana, o cenário dramático que inspirou O Sanatório, o seu primeiro romance, a que se seguiu O Retiro e, por fim, O Parque, o derradeiro capítulo da história da detetive Elin Warner.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU