10% de desconto

O Outro Domínio do Demónio

de Fernando Melim
Editor: Palimage, dezembro de 2010 ‧
19,08€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
"Talvez o homem tenha cometido o verdadeiro pecado mortal quando retalhou a primeira rã e, com ela, fez a primeira experiência"...
A frase, dita por uma das personagens, remete-nos para uma realidade que, de tão comum, passa despercebida: as desviantes aplicações dos avassaladores avanços tecnológicos. Com as ferramentas ao dispor, não há fim que não se possa atingir. E se a ciência engendrou a cisão do átomo, clonou a matriz da vida e fabrica "armas" biológicas, porque não poderá desenvolver uma "pílula" para formatar as sociedades? É desta terrível possibilidade que trata este romance.
E se, a uma empresa farmacêutica, chegasse uma enorme e tentadora encomenda de uma específica droga para tornar estéreis os casais de um país demasiado populoso? E se toda a máquina dos laboratórios trabalhasse para satisfazer o pedido de governantes a braços com as insolúveis realidades da fome e da miséria extremas de milhões de criaturas? E se, repentinamente, o medicamento apresentasse terríveis efeitos secundários? E se a máquina dos ocultos interesses quisesse abafar a realidade calando o alarme das vozes incómodas?
Num mundo sufocado por dificuldades, a hipótese de poder acontecer não é possibilidade desprezível. No passado houve outras eugénicas tentativas. E o homem sempre cairá na tentação de utilizar os meios que tem à sua disposição para resolver os problemas presentes menosprezando danos futuros.

O Outro Domínio do Demónio

de Fernando Melim

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728999841
Editor: Palimage
Data de Lançamento: dezembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 211 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 348
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789728999841

SOBRE O AUTOR

Fernando Melim

Fernando Melim, que nasceu em 21 de setembro de 1944, em Urgeira, Valença do Minho, faz parte da geração que cresceu sob as sombras do edifício do Estado Novo, atravessou o mar para combater na Guerra Colonial, assistiu ao nascimento da Liberdade. Estudante-adolescente recolheu as "virtuosas doutrinas" de um tempo emparedado por silêncios e hipocrisias. Paraquedista em Angola (1963/65) sentiu o cerco da insanidade da guerra. Funcionário ficou aprisionado por toda a vida. Um dia assistiu ao nascimento da Liberdade. No decorrer dos dias assistiu ao definhamento da Liberdade. É no trânsito destes tempos de apressado trânsito que recolhe amargas experiências e amealha dolorosas memórias, como todos os homens deste e de todos os tempos. É com eles que partilha a sua escrita, afinal tentativa de exorcismo para que se afastem memórias dolorosas e experiências amargas.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU