O Mundo Negro de Maria Antonieta
Editor:
Mosaico de Palavras, novembro de 2024 ‧
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SINOPSE
Maria Antonieta foi rainha consorte da França entre 1774 e 1792, por casamento com o delfim de França, posteriormente o rei Luís XVI. Caído em desgraça devido à Revolução Francesa iniciada com a tomada da Bastilha em 14 de Julho de 1789, o casal real viu o poder e o fausto desvanecerem-se e darem lugar aos horrores da prisão, primeiro nas Tulherias e, de seguida, na Torre do Templo, donde Luís XVI sairia para ser julgado e guilhotinado. Maria Antonieta, a viúva Capeto, como passou a ser nomeada, desceria então o degrau final da desgraça ao ser encarcerada na prisão da Conciergerie.
É nestes dois locais de prisão que a vamos encontrar, na narrativa de Fonseca Alves. Vilipendiada, humilhada, insultada, depois julgada e condenada sem que os seus dois advogados de defesa, Tronson du Coudray e Chauveau-Lagarde, tivessem total liberdade para construírem um processo de defesa eficaz, Maria Antonieta revela então toda a sua dignidade e força de carácter, respondendo firmemente quando acusada de, com o rei seu marido, ter enganado o povo da França: "Sim, o povo tem sido enganado, tem sido cruelmente enganado, mas não por meu marido ou eu".
O grande mérito desta obra reside aqui: a denúncia da traição feita pelos próprios revolucionários aos princípios originais de cada revolução. Os exemplos abundam: Lenine, Estaline, Fidel Castro, os libertadores africanos e asiáticos, etc. A vítima principal é sempre o mesmo: o povo.
É nestes dois locais de prisão que a vamos encontrar, na narrativa de Fonseca Alves. Vilipendiada, humilhada, insultada, depois julgada e condenada sem que os seus dois advogados de defesa, Tronson du Coudray e Chauveau-Lagarde, tivessem total liberdade para construírem um processo de defesa eficaz, Maria Antonieta revela então toda a sua dignidade e força de carácter, respondendo firmemente quando acusada de, com o rei seu marido, ter enganado o povo da França: "Sim, o povo tem sido enganado, tem sido cruelmente enganado, mas não por meu marido ou eu".
O grande mérito desta obra reside aqui: a denúncia da traição feita pelos próprios revolucionários aos princípios originais de cada revolução. Os exemplos abundam: Lenine, Estaline, Fidel Castro, os libertadores africanos e asiáticos, etc. A vítima principal é sempre o mesmo: o povo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899173286 |
| Editor: | Mosaico de Palavras |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 232 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 216 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789899173286 |
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