O Monólogo do Merceeiro

de Ivo Machado
Editor: Insubmisso Rumor, setembro de 2015 ‧
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Ivo Machado autor com poemas traduzidos em espanhol, italiano, bósnio, alemão, inglês, húngaro e letão, e incluídos em diversas antologias nacionais e estrangeiras, apresenta o seu 11º livro de poesia, intitulado O monólogo do merceeiro. Uma obra intimista, inserida no universo quase desaparecido da figura do merceeiro, a partir da qual nos fornece uma visão reflexiva da sociedade.

O Monólogo do Merceeiro

de Ivo Machado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897430701
Editor: Insubmisso Rumor
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 173 x 214 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 66
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897430701

Ecos da memória

VFontes

Este livro de poesia é uma viagem a um tempo e a um espaço que já só existe na memória poética de um Portugal longínquo e perdido. Ivo Machado tem essa capacidade de levar os leitores a lugares onde já só entramos se for pela porta da memória. O Monólogo do Merceeiro é um pequeno livro que perpetua no tempo memórias desse Portugal que não existe mais.

SOBRE O AUTOR

Ivo Machado

Ivo Machado nasceu na ilha Terceira em outubro de 1958. Publicou os primeiros poemas no final da década de setenta nos suplementos literários insulares. O seu primeiro livro, editado em 1981, intitula-se Alguns Anos de Pastor, e dele Fernando Lopes-Graça musicou para canto lírico sete poemas a que chamou Sete Breves Canções do Mar dos Açores. Decorrida uma década aparece Três Variações de Um Sonho (1995) e, Cinco Cantos com Lorca e outros poemas (1998), apresentado em Granada, Espanha, no dia do centenário do nascimento de Garcia Lorca. Seguem-se Adágios de Benquerença (2001), Os Limos do Verbo (2005), Verbo Possível (2006), Poemas fora de Casa (2007), Quilómetro Zero (2008), Tamujal (2009), Animal de Regressos (2011), O Monólogo do Merceeiro (2015) e A Cidade Desgovernada (2016). Da sua Obra literária consta ainda a peça de teatro O Homem que Nunca Existiu (1997) que foi levada à cena em Lisboa, e a novela Nunca Outros Olhos Seus Olhos Viram (1998). Em 2012 publicou o livro infantil A Menina que Queria ser Bailarina. Tem realizado leituras da sua poesia em diversos países europeus e sul-americanos. Os seus poemas estão traduzidos para o espanhol, italiano, bósnio, alemão, inglês, húngaro e letão, e incluídos em diversas antologias nacionais e estrangeiras. Vive no Porto desde 1987.

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