O Meu Anjo Catarina

Livro 1

de Alexandre Pinheiro Torres

editor: Editorial Caminho, abril de 1998
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«Então não era óbvio que essa misteriosa Catarina (alguma nova alucinação de Tito?) ajudada pela mãe (que mãe?) é que tinha roubado o barco? Audaciano sabia que Marco Polo também sabia que só podiam ter sido aquelas bruxas, porque elas tinham visto, do alto da janela das persianas, o lugar exacto onde o filho o amarrara. Quando, a meio da noite ou já de manhã, se viram sem espaço para respirar muniram-se de instrumentos cortantes e lá foram nadando como puderam até ao barco. Cortaram-lhe a amarra. Salvaram-se. Lá se foram elas rio abaixo ou rio acima? Em certas zonas ia para um lado, noutras para outro. Iam à deriva. Tornar-se-iam ladras do rio? E não seriam já?» Este é um extracto do mais recente romance de Alexandre Pinheiro Torres, que mais uma vez nos encanta com o seu estilo inconfundível.

O Meu Anjo Catarina

de Alexandre Pinheiro Torres

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722112093
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Campo da Palavra
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722112093
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro Luuanda, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim. Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.

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