O Messias de Duna

de Frank Herbert
Editor: Saída de Emergência, setembro de 2011 ‧
Doze anos depois dos eventos descritos em Duna, Paul Atreides governa como Imperador do Universo, tendo dado início a uma Jihad galáctica ao aceitar o papel de Mahdi do povo Fremen. Paul é o mais poderoso Imperador de sempre, mas é incapaz de travar a sangrenta Jihad que já ceifou as vidas de milhões de pessoas e destruiu mundos.

Com a sua visão presciente, Paul vê a Jihad a alastrar-se, mas não pode travá-la face às terríveis alternativas que se podem seguir. Motivado por este conhecimento, decide seguir um plano complexo e perigoso que pode evitar a extinção da Humanidade, uma visão que o atormenta dia e noite.

O que Paul desconhece é que muitos velhos inimigos se reúnem à sombra do Império, preparando uma conspiração para derrubar a Casa Atreides do trono. Mais do que um mero assassinato, preparam-se para fragilizar o Kwisatz-Haderach… Conseguirá Paul estar à altura dos desafios do seu papel como Imperador e evitar os perigos que o rodeiam?

«O Senhor dos Anéis da ficção científica.»
Arthur C. Clarke

«Poderoso, convincente e imensamente engenhoso.»
Robert E. Heinlein

O Messias de Duna

de Frank Herbert

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896373733
Editor: Saída de Emergência
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 229 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ficção Científica
EAN: 9789896373733

SOBRE O AUTOR

Frank Herbert

Frank Herbert (1920-1986) nasceu em Tacoma, Washington, a 8 de outubro de 1920. Foi jornalista e escritor de ficção científica. Ganhou notoriedade pela sua obra Duna, assim como pelos cinco livros subsequentes da série. Como descrito pelo filho Brian Herbert em Dreamer of Dune, a sua aclamada biografia do pai, Frank Herbert desejava que os seus livros tivessem profundidade suficiente para justificar várias leituras, e por isso a saga trata de temas como a sobrevivência humana, a evolução da consciência, a ecologia e a interação entre religião, poder e política. Duna venceu o Prémio Nebula em 1965 e partilhou o Prémio Hugo no ano seguinte, sendo descrito por Arthur C. Clarke como uma obra apenas comparável a O Senhor dos Anéis.

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