O Menino que Tinha Olhos Quadrados

de Paula Sá; Ilustração: Maria João Sá

editor: Chiado Books
Gustavo é um menino que, como tantos outros no planeta Terra, vive obcecado com os jogos eletrónicos, a ponto de esta espécie de hipnotismo, que lhe torna os olhos quadrados, lhe tirar o sono, o apetite, a vontade de conviver com os amigos e o ir desligando cada vez mais do mundo real.

Esta história conta a sua odisseia pelo planeta XPTO, onde se desenrola o jogo eletrónico Abstratix da sua eleição, até ao seu regresso à Terra onde pode finalmente reencontrar o prazer de existir num corpo, a alegria da partilha com os outros e o compromisso por uma vida saudável e equilibrada.

Contém um manual de apoio a pais e educadores que visa dar-lhes suporte para que a história possa servir de mediação entre estes e as crianças, contribuindo assim de forma séria e lúdica para minorar os riscos do uso patológico dos jogos eletrónicos, problema crescente e insidioso no mundo contemporâneo.

O Menino que Tinha Olhos Quadrados

de Paula Sá; Ilustração: Maria João Sá

ISBN: 9789897749360
Editor: Chiado Books
Idioma: Português
Dimensões: 210 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 92
Tipo de produto: Livro
Coleção: Chiado Kids
Classificação temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789897749360
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livro muito importante para pais e filhos!

Ana Abreu

Este livro conta uma história que é a história de muitos meninos e meninas da atualidade que vivem agarrados a ecrãs e se esquecem do que é viver no mundo real em contato com as suas emoções e com o seu corpo. Este é um livro que todos os pais e crianças deviam ler porque carrega uma importante mensagem sobre o nosso mundo atual e a relação saudável que devemos criar com as novas tecnologias para evitarmos aquilo que elas nos trazem de pior para a nossa saúde física, mental e emocional. Para além disso o livro vem com umas ilustrações lindas e mágicas! recomendo vivamente!

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Livro fundamental

José Jaime Magalhães

Excente livro com um português rico e muita imaginação. Um tema muito actual e importante que deveria ser obrigatório nas escolas. Foi um livro bastante útil para o meu filho com 7 anos de idade, através do qual fez um trabalho para o segundo ano do primeiro ciclo.

Paula Sá

Nasci em Portugal, na bela cidade do Porto, a 19 de Janeiro de 1964. Licenciei-me em Psicologia na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto em 1990. Sou especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e Psicoterapeuta certificada pelo Instituto Internacional de Análise Bioenergética. Atualmente desenvolvo prática clínica em consultório privado na cidade do Porto acompanhando adultos nos seus processos de cura e auto-descoberta. Cada um destes adultos que tem a coragem de procurar ajuda por este caminho menos percorrido tem uma criança ferida dentro de si que se revela e se vai fortalecendo ao longo de uma viagem de co-criação.

Comecei a minha carreira profissional há trinta anos, como professora do ensino básico, atividade que exerci apenas durante quatro anos, trabalhando de seguida, durante vários anos, como psicóloga de crianças e jovens em contexto educativo e clínica privada. Recordo como alguns dos momentos mais felizes da minha vida profissional a hora do conto, quando contava histórias às crianças que deliravam comigo nas dramatizações que eu fazia, ficavam suspensas de uma pausa estratégica e aterravam em cima de mim numa taça de gelado que se derramava dos livros ilustrados dos autores. Este amor e paixão profunda pelas crianças continuou sempre vivo em mim enquanto, pelas muitas derivações pelo caminho, fui cuidando e tratando as crianças feridas dos meus pacientes adultos. Sempre soube, no entanto, que teria que voltar a elas, que o seu olhar sempre me chama em qualquer canto da rua, que o seu sorriso me atrai como um íman e que deixei algo adiado pelo caminho, uma espécie de missão ligada à infância.

Acredito profundamente que a mudança do mundo e a evolução da humanidade está no empoderamento e expansão da consciência das novas gerações e, por isso, a escrita de contos terapêuticos reflete este "regresso à infância" que reanima uma componente artística adormecida durante anos e a integra com a formação científica na área da psicologia.

Eu acredito, como diz a música intemporal, que "as crianças são o nosso futuro... mostrem-lhes toda a beleza que elas possuem dentro delas".

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