O Menino que Queria Ver a Baleia-Azul a Passar nos Açores
Editor:
Gráfica Ediliber, Lda, maio de 2025 ‧
ver detalhes do produto
14,31€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YXpReWFUTkhURlZyUm1FeGRYSlBOalZ6VkZkTWFFdGljV281Y1dWWlV5dHJORUZ6YVhOVVRWSTRaV1UxUTBST1dYZENZVVprVTNrMWRVeGthWFV3UkhZd00yMTZVR1ptVWtWSFVEZFhiV1Z4VUhJeFZGVnhPVFJuYkZadFlVOHljVFEwTnpoalVFWlhLMFpNWjNGR2NEZE1RaTlxVFRFeFMwbHZjSGQ0UzNkQk4wMVdUMlkyTTB0M1pXcEdTM2RzUVhSNWMwVldVemhKVW5kc1YwaHpaall5WjFkb2FXODFjMjVpUzBSQk9HMHZRMVV2WTBwVmIzVjROMUpRY200d1RVVlNVV3RqVTBkU01Hc3JlVmxPTHpWRU9FMVhSbEZQVkV4SVZsTnlORUZ1VGl0bFFqVktZM0V6U0hoM1ZYbDFlVmQ2Y0U5VU5GUmllRGxOWW01Nk0zSmFkVUZ4WlZGc2FUWk9kM1ZoUmpsTFJXbDRjMHNyTjA1SFNTdGxXblU0V2psalJVSjBSU3RsU2paVlYwRkpPWGxZUkM5SWJWSkxaVmhoZFRWeFJGVlNhVE5zV0VocmJqUkNTR00xSzJwV2JGcGxkSFk1Y1Zsa2EwWTNjazVDYVZocE5EWnBZakJCUWpReVNYaDJLMjF0VEhSa1JESllOVEpWVW5od1oyVnBWa0ZSVGt0Vk1HbDJRVkJ0WmxaQ2MzQlJTVmxsVFVJMWRuTndRMnByU1ZjMWJTdElVV1Z4Y0daTllWQlhhamxYUlRKV1Uwa3lhMFJwY0hsa1duRmlSRGgwUzBSamJVRm9RVlZFS3pOV1pDOUNiR3d2UjJKVFowRXpXR1ZETjIxV05ETXpSMjAyYTJseFpVNWhRalZzUlRrMVVEbFVjRWRRTVRacFlqVnhSUzh4TVhZMFRHVTFVMjVCVEZNck9VdElOamhoZUVSaWFsUldMM3BzZFVnM2VWWndZa0UyWW5CdWEwbE9PRUYwY2twME1IRnllVk41YWpWcGEwNHpURTkzOjU5b2hMbTBsSTdxN1FqbndrakVZV0E9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
No livro O Menino que Queria Ver a Baleia-Azul a Passar nos Açores, com texto de Isabel Mateus e ilustrações de Filipe Gomes, reaviva-se por certo a memória da tradicional caça à baleia praticada nos Açores, que foi desde finais do século XIX o ganha-pão de muitas famílias das ilhas. E persegue-se, sobretudo, o sonho novo de um presente com futuro: a preservação das baleias através de uma observação responsável.
Os sucessivos diálogos ao longo da narrativa entre o avô, que fora baleeiro no Pico, e o neto, que já nascera depois que essa faina fora proibida, em 1984, falam precisamente desse sonho do menino: ver a baleia-azul a passar nos Açores. Porém, esse desejo profundo e urgente revela-se uma façanha difícil de concretizar quando tal aventura depende do velho bote a remos do avô, das boas ou más condições climatéricas e, mormente, da dificuldade em avistar este mamífero tão raro, porque ainda em vias de extinção. De resto, foi apenas durante a terceira saída para o mar que o rapazote viu ao natural o maior mamífero animal do planeta Terra.
Na atualidade, e já ao leme da sua embarcação, o adulto em que o menino se tornou mostra entusiasticamente a baleia-azul aos turistas durante a sua passagem migratória pelo Arquipélago.
Os sucessivos diálogos ao longo da narrativa entre o avô, que fora baleeiro no Pico, e o neto, que já nascera depois que essa faina fora proibida, em 1984, falam precisamente desse sonho do menino: ver a baleia-azul a passar nos Açores. Porém, esse desejo profundo e urgente revela-se uma façanha difícil de concretizar quando tal aventura depende do velho bote a remos do avô, das boas ou más condições climatéricas e, mormente, da dificuldade em avistar este mamífero tão raro, porque ainda em vias de extinção. De resto, foi apenas durante a terceira saída para o mar que o rapazote viu ao natural o maior mamífero animal do planeta Terra.
Na atualidade, e já ao leme da sua embarcação, o adulto em que o menino se tornou mostra entusiasticamente a baleia-azul aos turistas durante a sua passagem migratória pelo Arquipélago.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893546758 |
| Editor: | Gráfica Ediliber, Lda |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 239 x 328 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 56 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Infantis e Juvenis
>
Contos Fábulas e Narrativas
>
Infantil (6 a 10 anos)
|
| EAN: | 9789893546758 |
| Idade Mínima Recomendada: | Entre 6 e 11 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%A Minha Pediatra Cuida de MimManuscrito Editora13,41€
14,90€ -
10%O Baloiço AzulEdições Asa8,91€
9,90€