O Mauritano

Diário de Guantánamo

de Mohamedou Ould Slahi
Editor: Vogais, março de 2015 ‧
Um texto fundamental, que o governo norte-americano tentou esconder do grande público e que censurou fortemente.
Mohamedou Ould Slahi foi transferido para a prisão norte-americana de Guantánamo em 2002, suspeito de ser um dos mentores do 11 de Setembro. Em março de 2010, após 13 anos de cativeiro sem qualquer acusação formal, um juiz federal ordenou a sua libertação. Mas o governo dos EUA lutou contra essa decisão.

Nunca existiu qualquer motivo para a detenção de Slahi. Não havia quaisquer provas que justificassem a sua permanência em Guantánamo, muito menos os atos de tortura repetidos, violentos e sinistros de que foi alvo. Escrito por Slahi durante os primeiros anos na prisão cubana, este livro é um registo extraordinário e um documento sem precedentes da história do século XXI: uma obra que descreve, com um pormenor e uma proximidade arrepiantes, os processos de captura, interrogatório, brutalização e tortura perpetrados pelas autoridades dos EUA ao abrigo da chamada lei de guerra contra o terror.

Um documento marcante e de uma imensa relevância histórica.

«Um relato intenso e perturbador do que significa ser um dano colateral na guerra contra o terror.»
The New York Times

O Mauritano

Diário de Guantánamo

de Mohamedou Ould Slahi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898491398
Editor: Vogais
Data de Lançamento: março de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 221 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de produto: Livro
Coleção: Atualidades
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
Livros em Português > Política > Política Internacional
EAN: 9789898491398

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Carolina

Um dos melhores relatos sobre o que acontecia nas prisões e de um homem que esteve preso por ser suspeita de ser mentor do 11 de Setembro.

SOBRE O AUTOR

Mohamedou Ould Slahi

Mohamedou Ould Slahi nasceu numa pequena cidade da Mauritânia em 1970.Ganhou uma bolsa para estudar na Alemanha, onde trabalhou durante vários anos como engenheiro. Voltou à Mauritânia em 2000. No ano seguinte, foi detido pelas autoridades mauritanas, a mando dos Estados Unidos, e enviado para uma prisão na Jordânia; seria depois reencaminhado para a base das Forças Aéreas de Bagram no Afeganistão e, finalmente, para a prisão de Guantánamo, na ilha de Cuba, onde foi torturado severamente. Em 2010, um juiz federal ordenou a sua libertação imediata, mas o governo norte-americano contestou a decisão. Os Estados Unidos nunca o acusaram de qualquer crime. Continua detido em Guantánamo.

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