O Lugar Escuro
Uma história de senilidade e loucura
Editor:
Tinta da China, maio de 2017 ‧
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SINOPSE
PARA ONDE VAI A IDENTIDADE DE QUEM AMAMOS QUANDO CHEGA O ALZHEIMER?
No momento em que a mãe deu os primeiros sinais da doença, Heloisa Seixas começou a viver diariamente com esta dúvida angustiante. A partir daí, começa uma «espiral assombrada» na vida destas duas mulheres e de todos os que as rodeiam, a mesma espiral que marca a intensidade deste relato corajoso, desassombrado e catártico sobre alguém que vai desaparecendo e se vai transformando no seu avesso. ‘Sua mãe não existe mais. O que existe é uma entidade, que tomou o lugar dela. Não sei que entidade é essa, nem o que se passa em sua mente. Só sei que ela não é mais sua mãe.’
Essa frase foi dita por mim, num dos muitos momentos dramáticos enfrentados por minha mulher, Heloisa, em sua convivência com a mãe, afectada pelo mal de Alzheimer. Foi uma trajetória assombrosa, que acompanhei de perto, e que Heloisa reconstrói nesse livro com uma tremenda força literária e emocional. —Ruy Castro Este livro resgata da obscuridade um tema tabu: a doença que tem vindo progressivamente a ensombrar o mundo ocidental. Uma praga que, não sendo física, é aparentemente impossível de vencer - sobretudo, é impossível de compreender, para quem está «deste lado». Falhas de memória, medos que não sabíamos existirem, paranóias de toda a espécie, velhos que se transformam em crianças, de tão dependentes. E quem cuida vive com desgosto, comoção, repulsa e raiva, por vezes em simultâneo.
No momento em que a mãe deu os primeiros sinais da doença, Heloisa Seixas começou a viver diariamente com esta dúvida angustiante. A partir daí, começa uma «espiral assombrada» na vida destas duas mulheres e de todos os que as rodeiam, a mesma espiral que marca a intensidade deste relato corajoso, desassombrado e catártico sobre alguém que vai desaparecendo e se vai transformando no seu avesso. ‘Sua mãe não existe mais. O que existe é uma entidade, que tomou o lugar dela. Não sei que entidade é essa, nem o que se passa em sua mente. Só sei que ela não é mais sua mãe.’
Essa frase foi dita por mim, num dos muitos momentos dramáticos enfrentados por minha mulher, Heloisa, em sua convivência com a mãe, afectada pelo mal de Alzheimer. Foi uma trajetória assombrosa, que acompanhei de perto, e que Heloisa reconstrói nesse livro com uma tremenda força literária e emocional. —Ruy Castro Este livro resgata da obscuridade um tema tabu: a doença que tem vindo progressivamente a ensombrar o mundo ocidental. Uma praga que, não sendo física, é aparentemente impossível de vencer - sobretudo, é impossível de compreender, para quem está «deste lado». Falhas de memória, medos que não sabíamos existirem, paranóias de toda a espécie, velhos que se transformam em crianças, de tão dependentes. E quem cuida vive com desgosto, comoção, repulsa e raiva, por vezes em simultâneo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896713737 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | maio de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 207 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789896713737 |
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