O Livro dos Seres Imaginários

de Jorge Luis Borges
Editor: Quetzal Editores, julho de 2015 ‧
Produto de uma vasta cultura e da assombrosa erudição de Jorge Luis Borges, este livro peculiar é uma espécie de bestiário moderno em que se reúne uma grande parte de «os estranhos seres que, ao longo dos tempos, foram engendrados pela fantasia dos homens». Provenientes de fontes muito diversas, cuja linguagem é transformada e enriquecida pelo inimitável estilo do mestre argentino, nestas páginas desfilam criaturas iluminadas pelas mitologias e doutrinas que deram forma - ao longo dos séculos - aos sonhos, desejos e medos dos homens, bem como as que foram criadas por autores como Kafka, Lewis Carroll, Wells ou Flaubert.

«O maior contador de histórias de sempre.»
The Washington Post

O Livro dos Seres Imaginários

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897222160
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: julho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 197 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789897222160
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Livro muito bem escrito

Patrícia Ribeiro

É um livro simples mas muito bem escrito. Muito bom para ativar a criatividade e deixar-nos levar pela imaginação

Today on National Geographic

GG

Jorge Luis Borges é, neste livro, uma espécie de David Attenborough do bestiário fantástico. Com bastante minúcia descreve os seres, que desde o inicio dos tempos habitam o imaginário do humano, e que agem como representação arquetípica da condição humana. Um relato único e fascinante, transversal a todas cultura e religiões. Boas Leituras!

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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