O Legado do Concilio de Niceia
Face à inteligência Artificial
Editor:
Edições Vieira da Silva, fevereiro de 2025 ‧
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SINOPSE
Que relação existe entre o I Concílio Ecuménico de Niceia, realizado no ano 325, e a Inteligência Artificial? Que relação existe entre a realidade aumentada tecnológica e os princípios arquitectónicos da fé cristã? Que relação existe entre a civilização cristã e o progresso tecnológico pós-moderno?
Responder a tais questões é o objectivo deste ensaio, sobretudo, pretende actualizar a memória histórica de um milénio esquecido.
Porque a Inteligência Artificial está muito longe de ser uma novidade do século XXI, ela está identificada nos Evangelhos e foi debatida no século III da Era Cristã.
Pretende-se aqui mostrar de que forma os Padres da Igreja enfrentaram a questão do mundo virtual, de que modo responderam àquilo que hoje volta a ser um problema civilizacional; pode a Inteligência Artificial sepultar definitivamente o legado cristão e oferecer ao mundo uma forma de redenção inimaginável da humanidade?
Foi neste sentido que o Papa Francisco propôs a convocação de um Ano Santo para 2025 e a reavaliação dos debates ocorridos no início do século IV, em Niceia. O anúncio começou a ser feito com grande antecipação a fim de preparar o Jubileu dos 1700 anos deste primeiro Concílio.
Trata-se de uma proposta que permite avaliar o mundo digital à luz dos argumentos introduzidos pelos Padres da Igreja, que já no século III enfrentaram as categorias de pensamento e o modelo arquitectónico do mundo virtual.
Por isso, o Papa desafia o mundo a revisitar a mudança de época e civilizacional ocorrida nos primeiros séculos da nossa Era, e a repensar a forma como se realizou a transição do mundo Antigo e helénico para a nova Criação, que despontou no contexto geopolítico do Império Romano em declínio.
Face a isto, que espera o Papa Francisco das mulheres? Essencialmente, que devolvam o sentido da esperança ao mundo - elas, que têm a capacidade da paciente gestação da humanidade em todos os tempos e circunstâncias, nas suas duas componentes: biológica e espiritual.
Francisco sabe que é a Inteligência Artificial que tem roubado o protagonismo à mulher, mesmo antes da gestação da própria Igreja. Que é preciso uma reformulação do pensamento cristão para corrigir o que tem vindo a ser distorcido ao longo dos séculos, sobretudo neste momento histórico crucial, afectado por mais uma drástica mudança de época.
O principal objectivo deste ensaio é, portanto, fazer uma releitura do I Concílio Ecuménico de Niceia com a contribuição do pensamento feminino.
Eugénia Tomaz, 13 de Outubro de 2024
Responder a tais questões é o objectivo deste ensaio, sobretudo, pretende actualizar a memória histórica de um milénio esquecido.
Porque a Inteligência Artificial está muito longe de ser uma novidade do século XXI, ela está identificada nos Evangelhos e foi debatida no século III da Era Cristã.
Pretende-se aqui mostrar de que forma os Padres da Igreja enfrentaram a questão do mundo virtual, de que modo responderam àquilo que hoje volta a ser um problema civilizacional; pode a Inteligência Artificial sepultar definitivamente o legado cristão e oferecer ao mundo uma forma de redenção inimaginável da humanidade?
Foi neste sentido que o Papa Francisco propôs a convocação de um Ano Santo para 2025 e a reavaliação dos debates ocorridos no início do século IV, em Niceia. O anúncio começou a ser feito com grande antecipação a fim de preparar o Jubileu dos 1700 anos deste primeiro Concílio.
Trata-se de uma proposta que permite avaliar o mundo digital à luz dos argumentos introduzidos pelos Padres da Igreja, que já no século III enfrentaram as categorias de pensamento e o modelo arquitectónico do mundo virtual.
Por isso, o Papa desafia o mundo a revisitar a mudança de época e civilizacional ocorrida nos primeiros séculos da nossa Era, e a repensar a forma como se realizou a transição do mundo Antigo e helénico para a nova Criação, que despontou no contexto geopolítico do Império Romano em declínio.
Face a isto, que espera o Papa Francisco das mulheres? Essencialmente, que devolvam o sentido da esperança ao mundo - elas, que têm a capacidade da paciente gestação da humanidade em todos os tempos e circunstâncias, nas suas duas componentes: biológica e espiritual.
Francisco sabe que é a Inteligência Artificial que tem roubado o protagonismo à mulher, mesmo antes da gestação da própria Igreja. Que é preciso uma reformulação do pensamento cristão para corrigir o que tem vindo a ser distorcido ao longo dos séculos, sobretudo neste momento histórico crucial, afectado por mais uma drástica mudança de época.
O principal objectivo deste ensaio é, portanto, fazer uma releitura do I Concílio Ecuménico de Niceia com a contribuição do pensamento feminino.
Eugénia Tomaz, 13 de Outubro de 2024
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897797507 |
| Editor: | Edições Vieira da Silva |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 222 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 216 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789897797507 |
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