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O Judeu

de Bernardo Santareno
Editor: E-primatur, setembro de 2018 ‧
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Muito provavelmente a melhor peça teatral portuguesa do século XX.

Em 1966, em pleno regime Salazarista, Bernardo Santareno trabalha em cima do romance homónimo de Camilo Castelo Branco (E-Primatur, 2016) que se inspirara na história do dramaturgo português seiscentista António José da Silva, conhecido como o judeu, e cria aquela que tem sido, ao longo dos anos, considerada provavelmente a melhor peça de teatro portuguesa do século XX.

Ao contar a história do dramaturgo António José da Silva, bernardo Santareno estabelece uma alegoria do regime Salazarista e da sua perseguição a qualquer tipo de discurso livre. A Inquisição, o tribunal, a escumalha de denunciantes e afins que condenam António José da Silva à fogueira têm evidente paralelo na acção da PIDE e na censura ideológica e política bem como no regime opressor.

Se Camilo tinha criado um romance de época que era uma grande saga familiar sobre um país de extremos mas também sobre a opressão, Santareno cria uma peça eminentemente política na acepção pura da palavra.

O Judeu

de Bernardo Santareno

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898872036
Editor: E-primatur
Data de Lançamento: setembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 132 x 202 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789898872036

SOBRE O AUTOR

Bernardo Santareno

Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário (Santarém, 19 de novembro de 1920 — Oeiras, 29 de agosto de 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.
Formado em Medicina psiquiátrica, Bernardo Santareno rapidamente conciliou a sua profissão de médico com a de escritor. Primeiro poeta, autor de três livros e mais tarde, em muito influenciado pelas experiências como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova e Gronelândia que incluiria no seu único livro de narrativas, «Nos mares do fim do mundo», dedicou-se ao teatro.
Da sua obra teatral destacam-se «A promessa», «O lugre», «O crime da aldeia belha» ou «O judeu»; a primeira foi retirada de cena por pressões da Igreja Católica junto do governo salazarista.
Várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e a telefilmes.

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