O Inimigo Público
Carl Schmitt, bin Laden e o Terrorismo Pós-Moderno
Editor:
Gradiva, abril de 2003 ‧
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SINOPSE
Um dos mais controversos pensadores do século XX, Carl Schmitt, dizia que a noção de político se consubstancia na distinção entre amigo e inimigo. O adversário político é, obviamente, o «inimigo público», e não o mero opositor individual. Trata-se, no fundo, daquele que declara ser hostil a toda a comunidade, ou que é assim tido por ela.
A ascensão de Usama bin Laden às primeiras páginas da política internacional, e até interna, actualiza esta discussão, bem como uma outra: novamente segundo Schmitt, um risco mortal das novas batalhas ideológicas e morais é o da criminalização do inimigo, e ainda o da transformação do conflito em guerra total, sem regras nem fronteiras, onde tudo é permitido. De outra maneira, «entrar em guerra» contra o terrorismo, em sentido próprio, significa, não tratá-lo como caso de polícia, mas reconhecê-lo como adversário, também com todos os riscos inerentes.
Raciocinando sobre estas categorias, baseando-se numa importante bibliografia, em dados e informações novas, ou até agora reservadas, e em investigações em curso, o autor procura depois debruçar-se sobre a realidade do terrorismo apocalíptico, mais de um ano depois do 11 de Setembro. Estuda detalhadamente as raízes e influências, as teses sobre a origem do nome, o programa e o objectivo, os meios, a implantação internacional e a estrutura da «Al Qaeda», reflectindo sobre os próximos capítulos de uma telenovela que continua a abalar o mundo.
A ascensão de Usama bin Laden às primeiras páginas da política internacional, e até interna, actualiza esta discussão, bem como uma outra: novamente segundo Schmitt, um risco mortal das novas batalhas ideológicas e morais é o da criminalização do inimigo, e ainda o da transformação do conflito em guerra total, sem regras nem fronteiras, onde tudo é permitido. De outra maneira, «entrar em guerra» contra o terrorismo, em sentido próprio, significa, não tratá-lo como caso de polícia, mas reconhecê-lo como adversário, também com todos os riscos inerentes.
Raciocinando sobre estas categorias, baseando-se numa importante bibliografia, em dados e informações novas, ou até agora reservadas, e em investigações em curso, o autor procura depois debruçar-se sobre a realidade do terrorismo apocalíptico, mais de um ano depois do 11 de Setembro. Estuda detalhadamente as raízes e influências, as teses sobre a origem do nome, o programa e o objectivo, os meios, a implantação internacional e a estrutura da «Al Qaeda», reflectindo sobre os próximos capítulos de uma telenovela que continua a abalar o mundo.
NOTA DO AUTOR
NUNO ROGEIRO, investigador e analista, é membro fundador da Associação Portuguesa de Ciência Política, co-director do Instituto Euro-Atlântico e autor dos recentes O Que É a Política e Guerra em Paz.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726628835 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | abril de 2003 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 231 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 230 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política Internacional
|
| EAN: | 9789726628835 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |