O Homem que Matou Lucky Luke

de Matthieu Bonhomme
Editor: A Seita, março de 2020 ‧
16,95€
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Destruí a lenda! Matei Lucky Luke!
Ao chegar a Frog Town numa noite de tempestade, Lucky Luke, além de ter de enfrentar o bando dos irmãos Bones, não imaginava que estava prestes a encontrar o homem que o iria matar.

Mathieu Bonhomme criou esta maravilhosa homenagem ao cowboy de Morris por ocasião do 70º aniversário da personagem, num álbum vencedor do prémio do público em Angoulême, reinventando o cowboy solitário criado por Morris numa magnífica história que, entre outras revelações, explica o motivo por que Lucky Luke deixou de fumar!

O Homem que Matou Lucky Luke

de Matthieu Bonhomme

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895457465
Editor: A Seita
Data de Lançamento: março de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 314 x 241 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Aventura
EAN: 9789895457465

Prenda preferida

Filipa

Comprei este livro como presente de natal para o meu marida, que cresceu a ler Lucky Luke e só posso dizer que este fã ficou delirante com o livro. Antes de mais, é de capa grossa de muito boa qualidade. Além disso, a obra é muito interessante pela forma como envolve o leitor, e a qualidade de imagem é fantástica, parece que voltamos há uns bons anos atrás e voltamos a reviver a lenda de Lucky Luke!

O “Último” Lucky Luke

Carlos Bolacha

E será que o Lucky Luke terá sido morto? Sem dúvida uma bela história acerca do herói mais rápido que a sua sombra. De leitura obrigatória, na senda de Morris!!

Surpreendente

Luís B. Santos

Que excelente Lucky sem ser ao estilo Morris. O desenho é muito bom. Gostei muito. O enredo para quem não tenha visto os históricos e clássicos do faroeste (mesmo a preto e branco) é surpreendente (para os outros... está mesmo a advinhar-se o que se vai passar...).

O regresso...

PF

Uma obra literária obrigatória não só para os fãs, mas sim para todos e de todas as idades. O regresso do herói que não envelhece com o passar do tempo.

Belíssimo

Miguel da Costa

Uma reinterpretação fabulosa. Recomendo sem reservas.

Livro magnífico

Jorge Ribeiro

É uma edição histórica que nos dá a conhecer o desfecho do grande cowboy da BD

lucky Lucky soma e segue

Antonio Dias

Muito bom album. Pensei não ser possível continuar a criar albuns com interesse. Enganei-me - este é mesmo muito bem feito - argumento e enquadramento histórico - sem perder as famsosas qualidades do personagem.

Um novo Lucky Luke

Carlos Santos

Muito bom. Recomendo

Uma excelente história muito bem contada...

EF

Bonhomme é um descendente de Morris e Goscinyi. Este livro é uma evidência que os clássicos artistas consagrados de banda desenha vão sendo "substituídos" por novos talentos. O tabagismo (e sua consequências nefastas) é também uma boa mensagem para a sociedade.

Banda desenhada

MC

Com um desenho diferente do que nos habituaram os autores originais, a verdade é que M. Bonhomme logrou acompanhar e respeitar as personagens desde sempre nossas conhecidas, com uma estória bem conseguida, desenvolvida e consistente. A rever outros trabalhos deste autor.

Muito bom

José Vitor Silva

Uma outra forma de olharmos o Lucky Luke

SOBRE O AUTOR

Matthieu Bonhomme

Desenhador e autor, Matthieu Bonhomme, desde que se iniciou na BD que tem mantido uma carreira quer a solo, quer com diversos autores. Publicou como autor único o seu primeiro álbum, "L'Âge de raison", e a sua série mais pessoal, "Esteban". É também coautor de "Le Marquis d'Anaon" com Fabien Vehlmann. Para marcar o 70º aniversário do personagem em 2016, iniciou a série de tributo a Lucky Luke "Lucky Luke por..." com "L'Homme qui tua Lucky Luke" ("O Homem que Matou Lucky Luke"), a que regressou em 2021 com "Wanted Lucky Luke" (Lucky Luke, Procura-se): dois álbuns que confirmam a sua paixão pelo género western, já explorada na série "Texas Cowboys" (com Trondheim). Em 2025, com Fabien Nury no argumento, surge o quarto e último volume de "Carlota, Imperatriz" (Dargaud), uma impressionante saga histórica iniciada quase dez anos antes que recebeu também em 2025 o "Prémio História".

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