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O Homem Que Escrevia Azulejos

de Álvaro Laborinho Lúcio
Livro eBook
Editor: Quetzal Editores, setembro de 2016 ‧
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A Cidade e a Montanha vigiam-se mutuamente, num jogo de espelhos e de contrários, numa geometria de centros e periferias, num enredo de poderes e de ocultações, onde muitas são as maneiras de viver a clandestinidade e muitas são as clandestinidades: escondidas, distantes; umas, vividas; outras, à vista de todos. Dois homens, Marcel e Norberto, atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção, e é nela que são clandestinos. Com eles vêm encontrar-se João Francisco e Otília. Ele, violinista e professor de música, ela, a sua jovem neta, ambos na busca incessante do sublime, também eles recusados pela realidade. Um homem que escrevia azulejos - que reencontrou a utopia e gostava da sátira - reparou neles e pintou-os com palavras.

O Homem Que Escrevia Azulejos, de Álvaro Laborinho Lúcio, debate e ilumina-se das grandes ideias da modernidade, enquanto observa, não sem algum detalhe pícaro, a falência das sociedades em que vivemos. Um romance culto e empenhado sobre o poder, e o poder redentor da arte e do amor.

O Homem Que Escrevia Azulejos

de Álvaro Laborinho Lúcio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897223228
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 232 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897223228
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O escondido e o visível

Luís Silveira

Mais um excelente romance de Laborinho Lúcio, que através de vivências de avô e neta, e de dois amigos, aborda vários temas, mais antigos (experiências em Paris) ou mais modernos, várias profissões e até músicos, mostrando a sua grande cultura.

A utilidade das coisas inúteis

José Vieira

Romance magistral de Laborinho Lúcio! Nele encontramos uma magnífica reflexão a propósito da Música, do Ensino e da Literatura, através da relação de uma neta e de um avô que, por meio das coisas belas, a única certeza santa da Humanidade, partem em busca da sua identidade. Uma leitura obrigatória para todos quantos acreditam no poder da dignidade, do conhecimento e da solidariedade.

SOBRE O AUTOR

Álvaro Laborinho Lúcio

Álvaro José Brilhante Laborinho Lúcio (Nazaré, 1 de dezembro de 1941 – 23 de outubro de 2025) foi um jurista, professor universitário, ex-ministro da Justiça e escritor português.
Mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, foi juiz-conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. De janeiro de 1990 a abril de 1996, exerceu, sucessivamente, as funções de secretário de Estado da Administração Judiciária, ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre março de 2003 e março de 2006, ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores. Com intensa atividade cívica, foi membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, de que era sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como A Justiça e os Justos, Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania, O Julgamento. Uma Narrativa Crítica da Justiça – e, em coautoria, Levante-se o Véu. Agraciado pelo rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de S. Raimundo de Peñaforte, e pelo presidente da República Portuguesa, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, foi membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e doutor honoris causa pela Universidade do Minho. Em 2014 publicou O Chamador, o seu primeiro livro de ficção, em 2016 o romance O Homem Que Escrevia Azulejos (finalista do Prémio Fernando Namora 2017), em 2019 O Beco da Liberdade (semifinalista do Prémio Oceanos 2020), e em 2022 As Sombras de Uma Azinheira, todos na Quetzal. Em 2023, a Assembleia da República atribuiu-lhe a Medalha de Ouro Comemorativa do 50.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

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