O Homem Eterno
Editor:
Alêtheia Editores, junho de 2009 ‧
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SINOPSE
E se o que torna o humano único é o facto de ser humano? É esta a questão lançada
por G. K. Chesterton na obra «O Homem Eterno» pela primeira vez editada em 1925
mas que permanece mais actual que nunca, num momento em que se assinala o
bicentenário do nascimento de Charles Darwin.
Em resposta ao evolucionismo, Chesterton sustenta nesta obra o quão único é o ser humano, contra as teses então vigentes. Escrito num momento em que o Darwinismo social era a corrente dominante, Chesterton contestou violentamente a tese de que a sociedade caminha de um estado primitivo e bárbaro para a civilização. «Barbárie e civilização não foram estádios que se sucederam no progresso do mundo», afirmou, recorrendo a histórias do Egipto e da Babilónia para a sua contra-argumentação.
Em resposta ao evolucionismo, Chesterton sustenta nesta obra o quão único é o ser humano, contra as teses então vigentes. Escrito num momento em que o Darwinismo social era a corrente dominante, Chesterton contestou violentamente a tese de que a sociedade caminha de um estado primitivo e bárbaro para a civilização. «Barbárie e civilização não foram estádios que se sucederam no progresso do mundo», afirmou, recorrendo a histórias do Egipto e da Babilónia para a sua contra-argumentação.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896221584 |
| Editor: | Alêtheia Editores |
| Data de Lançamento: | junho de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 218 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 380 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789896221584 |