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O Gueto das Nações

de Edmar da Silva; Ilustração: César Évora
Editor: Edições Mahatma, outubro de 2019 ‧
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Matar florestas e alterar o meio ambiente, são apenas dois dos temas que servem como base a uma profunda reflexão neste livro. De uma forma leve e sucinta, o objetivo desta obra passa por despertar no leitor o espírito crítico e a consciência sobre como estamos a ser governados. Na floresta da Portulândia, o Conselho de Ministro tem uma decisão muito importante para tomar.

A construção de um animolímpico para um grande evento. Essa história transporta os leitores a refletir sobre a xenofobia, a inclusão social, o racismo e a desigualdade de gênero. Para isso, o futuro de um grupo de animais estão nas mãos dos ministros que tem o poder da decisão para decidir qual o destino dos bichos onde vai ser construído o animolimpico.

O Gueto das Nações

de Edmar da Silva; Ilustração: César Évora

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898865830
Editor: Edições Mahatma
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 200 x 200 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789898865830

SOBRE O AUTOR

Edmar da Silva

Edmar e a leitura...
Nasceu na cidade de Governador Valares, no ano de 1971, no bairro Santo António (Brasil) numa comunidade de pessoas pobres que lutavam pela sua sobrevivência como qualquer outra comunidade pobre do Brasil e de outros países.
Aos 12 anos de idade saiu da escola, para trabalhar com os seus pais, como forma de contribuir para as despesas da casa e sustento dos irmãos mais novos.
Aos 14 anos, conseguiu um emprego num armazém da Câmara Municipal de Governador Valadares. A sua função era guardar livros enviados pelo Ministério da Educação para serem distribuídos pelas escolas públicas. Na hora do almoço, o Edmar aproveitava o tempo para ler os livros que iam chegando em caixas, muitas delas rasgadas. Em cima das pilhas de caixas, o Edmar passava as suas horas do almoço, absorvido nos livros, esquecendo-se muitas vezes de almoçar. O seu chefe, Éneas Otôni de Aredes, admirado pelo fascínio que o Edmar mostrava pelos livros incentivou-o a voltar à escola, dizendo-lhe constantemente que "se quiseres ser alguém na vida, tens que estudar!"
Mais tarde, de facto, ele voltou à escola para estudar de noite, enquanto trabalhava de dia.
Aos 19 anos concluiu o 3º grau, que é o equivalente ao 12º ano em Portugal. Mas as dificuldades económicas da família exigiram que adiasse mais uma vez os seus estudos e teve de dedicar-se exclusivamente ao trabalho.
Aos 29 anos exercia funções de diretor do Clube do Livro em Belo Horizonte, emprego que lhe dava condições para dar continuidade aos estudos. Conseguiu ingressar na Universidade Católica de Minas Gerais, no curso de Serviço Social. Não quis ficar por ali e decidiu tirar um mestrado em Portugal, tendo conseguido integrar a Universidade Católica de Lisboa, para onde se mudou.
Em 2007, mudou-se para o Algarve e foi trabalhar para a Associação Uma Porta Amiga. Como voluntário desenvolveu o Projeto O Baú das Letras, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos na cidade de Tavira.
Consequentemente, foi convidado a trabalhar na Associação Âncora (2008-2018) para criar e desenvolver o projeto ABL - Aprender Brincar e Ler. Começou a desempenhar as suas funções como coordenador das Salas de Estudos e Campo de Férias para crianças dos 06 aos 17 anos. Alguns anos despois, desenvolveu e coordenou projetos na área da leitura para o Infantário da Associação Âncora. Ao assumir a direção da Associação Âncora como vice-presidente, desempenhou funções nas valências Sénior e da infância, como diretor.
Atualmente é administrador na Casa do Amparo.
Inspirado nas experiências de trabalhar com oficinas do livro, é autor do livro O Gueto das Nações. Esse livro aborda questões sobre a xenofobia, o racismo, a exclusão social.
No seguimento da leitura, é coordenador do Projeto Joana de Sicília, que tem por objetivo lançar livros para angariar fundos para a Cooperativa.

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