O Grande Labirinto
SINOPSE
Um romance filosófico para todas as idades.
Algo terrível está a acontecer no Estádio. As pessoas que vão assistir à chamada «Partida do Século » não voltam a sair, apesar de lá estarem fechadas há mais de uma semana. E umas figuras monstruosas ocupam o terreno de jogo… Fisco, Jaiko, Sara e Arno têm de tentar resgatar os seus, aparentemente, enfeitiçados familiares. Para isso devem reunir as oito letras de uma palavra-chave que ignoram e terão de viajar para o conseguir, por mar e terra e até pelo mundo subterrâneo… Conhecerão Dom Quixote e Sherlock Holmes, visitarão Praga, Veneza e Paris, navegarão com Sindbad e discutirão sobre o amor e a morte com um fantasma num palácio enfeitiçado. Depois voltarão a travar a batalha definitiva com o seu implacável inimigo que se alimenta de almas descuidadas.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
"Mescla de narração de aventuras e literatura comprometida, por assim dizer, O Grande Labirinto é também uma colecção de pastichos de homenagem a autores e personagens do panteão de Fernando Savater"
Mário Santos, Público, Mil Folhas
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722030205 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | maio de 2006 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 240 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 336 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Opus |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722030205 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
A psicofagia como metáfora para pensarmos a nossa sociedade
Maria Cordeiro
Este livro funciona bem, quer junto de um público adolescente, quer junto de um público adulto, como metáfora para pensarmos a sociedade que habitamos (a que nos habituamos!!), na medida em que a mesma está pejada de "psicófagos", não só a alienação futebolística, como nos sugere uma leitura mais superficial, mas também os grandes templos do nosso tempo, o Shopping Center. Chocante é a possibilidade de serem as gerações mais novas a tomar consciência desta fratura e a ajudarem a resolver o problema, em vez de serem as gerações mais velhas a tomarem as rédeas e a viabilizarem uma sociedade "saudável" para as novas gerações. Mais uma vez Savater, com o seu estilo satírico e numa linguagem simples, nos convida à reflexão sobre o sentido de tudo isto. Mais, vai buscar o sentido da História passada a fim de percebermos que somos seres de raízes e que só podemos encetar a caminhada sabendo que estamos seguros por elas.
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