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O Grande Bazar Ferroviário

de Paul Theroux
Editor: Quetzal Editores, março de 2019 ‧
15,50€
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O Grande Bazar Ferroviário é o relato emocionante que Paul Theroux faz da sua épica e invejável viagem de comboio entre a Europa e a Ásia. Repleta de evocativos nomes de comboios lendários - o Expresso do Oriente, o Correio de Khaibar para o Entroncamento de Lahore, o Correio de Deli proveniente de Jaipur, ou o Expresso Transiberiano, entre outros -, descreve lugares, culturas e paisagens (florestas e estepes, subúrbios e desertos) que atravessou e as pessoas fascinantes que conheceu e que o acompanharam ao longo de milhares de quilómetros.

De farrapos de tagarelice a monólogos solitários, passando por conversas com passageiros de ocasião, este é um maravilhoso resumo das românticas e inesperadas alegrias das viagens de comboio - e do sabor da liberdade.
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Histórias que Viajam de Comboio

Os comboios sempre geraram fascínio. Nesta época de Natal, são figura central de contos e anúncios, e veem-se engalanados para passeios especiais em família. Mas, em qualquer época, os comboios representam a passagem imparável do tempo, as escolhas e o destino; evocam a saudade dos que amamos e também de uma era passada de grandes viagens. O seu ambiente fechado cria o cenário perfeito não só para conversas prolongadas e encontros inesquecíveis, mas também para crimes e thrillers.
Do imaginário mágico à realidade férrea e dos carris, estes livros colocam os comboios no centro das histórias. Três deles já passaram para o cinema, em filmes que honram a escrita. O Grande bazar ferroviário, de Paul Theroux Além de ser autor de vários romances, alguns das quais adaptados ao cinema, Paul Theroux consagrou-se como um mestre da literatura de viagem. O Grande Bazar Ferroviário é talvez a sua obra mais célebre, e sem dúvida um dos melhores livros de viagem de sempre. O livro conta a épica viagem de comboio que Therou fez em 1973: partiu de Londres, passou pela Europa de Leste e Médio Oriente, atravessou o subcontinente indiano e do Sudeste Asiático, e regressou pela lendária Ferrovia Transiberiana. A bordo de vários comboios emblemáticos, os lugares que vê e as pessoas com que se cruza transordam num relato vívido, exaltante da liberdade das viagens de comboio. Todas elas únicas e, como lembra, com uma dimensão histórica muito própria, já que as fronteiras e as ligações ferroviárias se alteram. Pouco depois da sua viagem, «o Laos fechou as suas fronteiras e acabou com a sua monarquia; o vietname unificou-se e reparou a sua linha de caminhos de ferro, a Índia e o Paquistão restabeleceram a sua ligação ferroviária».

COMPRO NA WOOK! » Uma Longa Viagem – O Homem dos Comboios, de Eric Lomax Durante a Segunda Guerra Mundial, o escocês Eric Lomax foi prisioneiro de guerra durante mais de três anos, tendo sofrido horríveis torturas às mãos dos japoneses, enquanto era obrigado, com milhares de outros prisioneiros, a trabalhar na via-férrea Birmânia-Sião, que focaria conhecida como Ferrovia da Morte. Quando regressou a Edimburgo em 1945, não tinha autoestima e não confiava em ninguém. «A privacidade da vítima de tortura é mais impenetrável do que qualquer fortaleza insular», disse. Sentia um ódio intenso pelos japoneses e sobretudo pelo seu odioso algoz, Nagase Takashi r. Queria fazê-lo sofrer também. Cinquenta anos depois, encontraram-se. Nagase era agora um homem envelhecido que se desfazia num pedido de perdão. E Eric dispôs-se a aceitá-lo. Esta é a história de um homem que levou meio século a ultrapassar as consequências da tortura. Mas, durante todo esse tempo, nunca perdeu a sua paixão por comboios e ferrovias. COMPRO NA WOOK! » Bullet Train, de Kotaro Isaka Cinco assassinos entram no mesmo comboio-bala rumo a Morioka, sem hipótese de fuga. O que parecia vingança transforma-se num jogo letal. Satoshi, o estudante que na verdade é um psicopata cruel, é apenas o início da tempestade. Kimura procura justiça pelo filho em coma, mas descobre rivais tão perigosos quanto ele. Nanao, o azarento, e a dupla implacável Tangerine e Lemon juntam-se à corrida sangrenta. No meio de uma mala cheia de dinheiro, só resta a pergunta: quem sobreviverá até à última estação?
Um thriller acelerado que mereceu uma adaptação ao cinema igualmente desconcertante.

COMPRO NA WOOK! » A Rapariga no comboio, de Paula Hawkins Da ação passamos a um livo que que redefiniu o thriller contemporâneo. Rachel, a protaginista deste livro, viaja de comboio pela rua onde antes viveu, evitando olhar para o nº 23, agora habitado por Tom e Anna. Em vez disso, fixa-se no nº 15, onde observa um jovem casal idealizado como “Jess” e “Jason”. Todos os dias fantasia sobre a vida perfeita deles, até testemunhar algo perturbador no jardim. Pouco depois, descobre no jornal que “Jess”, na verdade Megan, desapareceu, e alerta a polícia. Convencida da inocência de “Jason”, cujo verdadeiro nome é Scott, vê-se ignorada pelas autoridades. Marcada por alcoolismo, apagões e perseguições ao ex-marido e à nova esposa, Rachel é uma protagonista imperfeita e inquietante. O romance de Paula Hawkins mergulha no psicológico, explorando fragilidades e ilusões da mente humana, num enredo imprevisível e viciante sobre voyeurismo, memória e perigo.

COMPRO NA WOOK! » A Casa-Comboio, de Raquel Ochoa Honorato, Rudolfo, Baltazar e Clara representam quatro gerações que atravessam mais de um século da família Carcomo. A narrativa percorre o trajeto desta família verdadeira de Nagar-Aveli até Lisboa, encenando as suas vidas numa espécie de “casa-comboio”.
Raquel Ochoa, que venceu o Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís com este romance, revisita o quotidiano dos indo-portugueses, entre vivências felizes e episódios dolorosos. Goa, Damão e Diu, outrora territórios da Coroa portuguesa, surgem como cenários hoje quase esquecidos. A riqueza cultural deste passado ganham vida numa história que homenagueia a coragem de pessoas comuns.

COMPRO NA WOOK! » O Papagaio de Flaubert, de Julian Barnes Geoffrey Braithwaite, médico reformado e viúvo, parte de comboio rumo a Rouen para ver o papagaio embalsamado que inspirou Falubert. O que parece uma simples viagem torna-se numa reflexão brilhante sobre o grande escritor francês e a sua genialidade imperfeita. Entre manias, vaidades e medos, vai surgindo o retrato íntimo do autor de Madame Bovary. Mas também se revelam memórias de amor e perda: Helen, a esposa de Braithwaite, e Louise Colet, paixão de Flaubert. Literatura e vida confundem-se, mostrando que o que falha também dá sentido ao que existe. Ao longo da viagem pelos carris e pelo pensamento, uma certeza ganha força: a de que a vida verdadeira é a que se encontra nos livros, porque é a que nos permite ser interrogada, a uma distância segura. COMPRO NA WOOK! »

O Grande Bazar Ferroviário

de Paul Theroux

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897225604
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 200 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Coleção: Terra Incógnita
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789897225604
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

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Uma viagem extraordinária ao passado. Um relato pormenorizado de paisagens, locais, edifícios que nos fazem ver como eram alguns paises do oriente na visão de um americano.

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Quem conhece a escrita do autor vai deslumbrar-se por mais uma história que percorre vidas, viagens, países e nos transporta um pouco para aquele mundo tão peculiar. Um misto de curiosidade pelo final mas ao mesmo tempo, triste por ter terminado. Aconselho definitivamente

SOBRE O AUTOR

Paul Theroux

Paul Theroux nasceu em Medford, no Massachusetts, em 1941. O pai era franco-canadiano e a mãe italiana, e Paul era um dos sete irmãos. Frequentou as Universidades do Maine e, posteriormente, do Massachusetts. O curso de Escrita Criativa que realizou com o poeta Joseph Langland fê-lo descobrir que escrever era o que queria fazer na vida. Viveu em Itália, onde foi leitor; no Malawi, onde também ensinou e esteve envolvido no golpe de Estado que tentou depor o então presidente-ditador; em Singapura e no Uganda, onde deu aulas de Inglês e não só conheceu a sua futura mulher como também encontrou, pela primeira vez, V.S. Naipaul (que viria a ser seu grande amigo e mentor). Paul Theroux vive atualmente entre Cape Cod e o Havai.
A par das colaborações regulares que manteve ao longo dos anos com as revistas Playboy, Esquire e Atlantic Monthly, escreveu dezenas de romances (alguns adaptados ao cinema), ensaios e alguns dos melhores livros de viagens de sempre, como O Velho Expresso da Patagónia, Comboio Fantasma para o Oriente e O Grande Bazar Ferroviário, todos publicados pela Quetzal.

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