O Golpe de Misericórdia

de Marguerite Yourcenar
Editor: Dom Quixote, fevereiro de 2013 ‧
Situado numa região perdida dos países bálticos, no rescaldo da Primeira Guerra Mundial, este curto mas pungente romance dá-nos a conhecer três jovens cercados por uma guerra civil: Eric, um prussiano que luta do lado do Exército Branco contra os bolcheviques; Conrad, seu amigo de infância; e Sophie, irmã de Conrad, que carrega o fardo insuportável de um amor não correspondido.

O Golpe de Misericórdia é a história dessa obsessão amorosa, genialmente descrita por umas das grandes vozes da literatura do séc. XX.

O Golpe de Misericórdia

de Marguerite Yourcenar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722051620
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: fevereiro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722051620

Comovente

Carmo

A escrita de Marguerite Yourcenar é, como habitualmente, belíssima, mas esta história comovente e dura é também intrincada. As personagens são complexas e a compreensão dos seus motivos, um desafio. Só terá a ganhar com uma releitura. Ainda assim, Sophie já ganhou a minha estima, é uma personagem que vou guardar na memória com muito carinho. A introdução de Agustina Bessa Luís e o prefácio da própria Marguerite são um auxilio preciosos. Todavia, o spoiler gigante logo no inicio da introdução foi um balde de água fria.

SOBRE O AUTOR

Marguerite Yourcenar

Pseudónimo da escritora francesa Marguerite de Crayencour (1903-1987), nascida em Bruxelas e que veio a naturalizar-se americana. As suas Mémoires d'Hadrien (Memórias de Adriano,1952) tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Öuvre au Noir (A Obra ao Negro, 1968), uma biografia imaginária de um herói do século XVI atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atração pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou la vision du vide (1981) e Comme l'eau qui coule (1982). Foi a primeira mulher de Letras a ser eleita para a Academia Francesa.

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