O Gato Branco Como a Neve
Editor:
Chiado Books, abril de 2014 ‧
ver detalhes do produto
11,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
ZVVWTVMwTlhibGxUVlZCSVFVWlhaRkp2TVhCek1HeDZlVTF6ZDJkVVIyNW9UVkpHUVVKRFdYQkJaSFkzV1dremRHZG9hRmhIWlZCa1FtZzNUWGwwZFhsNFRtRXlOMjV5VFhwcldtbzJPVVZDU2tobk1XVmtkelJ6UVZnM09YVkNNMFE0Y0hCU05HVlRSVWxKVkZWd1FqQnZZVGR4ZVdJeGIxSnJhWHBPWkVoa1YzaFVOVXBYUjA5bmN5dE5VekU0WjNkWVdtRkljRVJ6T0cwMFlpOTVXSGw2VG5Jd2JqRnlVMmhJUkVGbmFYaFpOVTFEWWpWS1ZXdzROa0pZVkZCNWRDdEJjWGwxVlVWc1REZFFjazFuZWxOMU1qUkZjMUZLUTJ4T1FYaDZVM0J5WTNkWFlYQm1aMmRWTWl0cFJuZ3lhVll4WlhabGVGWXJXVUpKTTIxWWFsRTJSRXhGYjFCQmVETlJiamRYY1RaWlJHeG5TV3hZV1RWVlRFUXpObTVIVTNNM01Ya3dabTEwYjBoa1EwcE1XSGhSVUVWMWVTdEljRk41VDBvemMyOUdjMEpvVlV0UmVUbFRkRkpUTkV3eGIwOXBibE5aWVZwTWVuUlRhVWh6Ulc5TlpUTkdTVWR0U2t0VFlVTnZjV280TVdSTGJGQlViMDVWTkhkdU9FVkhVRzFwTDBKVVZVdFpTemxyYWk4elYzaE5la1Y0YjBoVFNUZEJSelU1VjFkQ01HSXpUMjVUV2pBd1ZrOVRjSE5KTkVVdlMwZFRZV05TU0c5WFQxazNWRGt3TlM5amNsSnZla3BTTnpKVVJHd3JURUk0V0hkS1JYQnhUakYwVmpWdVpGbHdabHBvVWxKb1ZIcG9XRWRVWW5SRVpubGpZVWR2VFdwSldFOW9Velo0UlV0YWRYYzRORTlST0dzMWNISkJWa3BsWW5ZclR6WlRRM2s0ZHpRNWMzVXpVRFpKUmpGWVpHZElMMEpqTkZsR1FrZDRNR2h4UWxOcFNIZDFNVXhrY0RoeFdrVTVObWhEVDFFemRDczJkMHRFTXpSRmVFaHJTMEpIVW5sc1JERk5RMWR1UXpGMFdrdzBURmxpYURkNVNtczBla0l2VDBsWE4ySkZWVEp1Ukhvd2RYRlJVRTE2Y2pZMWEwMUJWSEp1YTB0bFNWVTVNMnh1U1U5SE0zazNURzl1UlV0U1luWnVlbms0WVM4eGRXVkJlbTByYkRCYVoxUnNWMVl2V21welJXNXRiR0l6ZEVoNlozRlNORGx4Y0ZwdmNIbGpSRU5vVGk4NGRFUmlSWFJXTURneFVXRnNlWFkxWVc1TWVVVlBPU3R2V1dWMlIyYzNORlpqTDFoQ2RVZExZMnRMYVZZMFduWTRaek5rUmxOWE0wUXZaejA5OnM4Y0o3ZC9ISGYxeEZzUExXTytMSmc9PQ==
SINOPSE
Para urdirmos uma história que valesse a pena, seleccionámos um conjunto de ideias, apostámos em teorias, desdobrámo-nos em mil planos, mas foi a realidade cósmica envolvente que fundou a essência da realização.
Acolhemos referências a favor do ideário, descobrimos valores na reserva das memórias, como se fossem pérolas, insurgimo-nos contra espartilhos que pudessem condicionar a dinâmica pulsante do exercício da escrita, afastámos o aforismo de que escrever é um acto solitário, e deitámos mãos à obra, dispostos a enfeitá-la, como se a quiséssemos oferecer a um pintor ou a um poeta.
Não respeitámos o roteiro, porque o importante era sofismar tudo, e prosseguir, ainda que os caminhos tivessem pedras.
E porque tudo isto era um propósito irrenunciável, tornava-se urgente (re)escrever a intimidade, o momento, o motivo, e sorver os estímulos denunciados na tessitura dos caminhos, ainda que por vezes não nos tivéssemos apercebido.
O Gato Branco como a Neve - alegoria no ventre expansivo da ficção - brotou de motivos fantasiosos, avesso a modelos, métodos ou projectos, inspirado numa ambiência excitante em que os protagonistas, esses, sim, ditaram as regras do jogo.
De um acidente automóvel sem grandes consequências, criou-se um enorme reboliço, sendo unânime que tudo acontecera por culpa do gato branco como a neve que passeara o seu estilo felino pela passadeira humana. A história acolhe-se e desperta na vivência que ela própria vitalizou e recriou, através de uma narrativa franca e espontânea, que evidencia cada facto e compromete o enredo, estimulando, página a página, o interesse do leitor. Esta história incorpora gente que sinaliza muitos destinos, factos que salpicam o nosso dia-a-dia, e para ficção só lhe falta a realidade.
Ao leitor, o convite para prosseguir, montado num burrico de pau.
Acolhemos referências a favor do ideário, descobrimos valores na reserva das memórias, como se fossem pérolas, insurgimo-nos contra espartilhos que pudessem condicionar a dinâmica pulsante do exercício da escrita, afastámos o aforismo de que escrever é um acto solitário, e deitámos mãos à obra, dispostos a enfeitá-la, como se a quiséssemos oferecer a um pintor ou a um poeta.
Não respeitámos o roteiro, porque o importante era sofismar tudo, e prosseguir, ainda que os caminhos tivessem pedras.
E porque tudo isto era um propósito irrenunciável, tornava-se urgente (re)escrever a intimidade, o momento, o motivo, e sorver os estímulos denunciados na tessitura dos caminhos, ainda que por vezes não nos tivéssemos apercebido.
O Gato Branco como a Neve - alegoria no ventre expansivo da ficção - brotou de motivos fantasiosos, avesso a modelos, métodos ou projectos, inspirado numa ambiência excitante em que os protagonistas, esses, sim, ditaram as regras do jogo.
De um acidente automóvel sem grandes consequências, criou-se um enorme reboliço, sendo unânime que tudo acontecera por culpa do gato branco como a neve que passeara o seu estilo felino pela passadeira humana. A história acolhe-se e desperta na vivência que ela própria vitalizou e recriou, através de uma narrativa franca e espontânea, que evidencia cada facto e compromete o enredo, estimulando, página a página, o interesse do leitor. Esta história incorpora gente que sinaliza muitos destinos, factos que salpicam o nosso dia-a-dia, e para ficção só lhe falta a realidade.
Ao leitor, o convite para prosseguir, montado num burrico de pau.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895110759 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | abril de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 138 x 214 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 188 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895110759 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%A Memória do GatoChiado Books14,00€ 10% CARTÃO
-
10%O Engenheiro InglêsPublicações Europa-América16,90€ 10% CARTÃOportes grátis