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O Existencialismo e a Sabedoria das Nações

de Simone de Beauvoir
Editor: Bela e o Monstro, Janeiro de 2022 ‧
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Os textos que esta antologia inédita recupera, "totalmente empenhados e totalmente livres", foram publicados em Les Temps Modernes, revista que Sartre e Beauvoir fundaram em 1945. Neles, a autora reivindica-se solidária das circuns­tâncias em que intervém, e faz dessa solidariedade uma oca­sião e um objecto de pensamento.

"O homem procura sempre o seu próprio interesse", "A natureza humana nunca mudará", "Longe da vista, longe do coração", "Ninguém dá nada a ninguém", "Enquanto se é novo, é tudo muito bonito", "Não andamos cá para nos divertirmos"…

Estes lugares comuns, estes dados adquiridos que constituem a sabedoria das nações, exprimem uma visão do mundo incoerente, cínica e omnipresente, que é preciso pôr em causa. É em nome deles, com efeito, que se censura ao existencialismo oferecer ao homem uma imagem de si próprio e da sua condição, determinada a desesperá-lo. Contudo, e bem pelo contrário, esta filosofia quer convencê-lo a recusar as consolações da mentira e da resignação: confia no homem.

O Existencialismo e a Sabedoria das Nações

de Simone de Beauvoir

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899131118
Editor: Bela e o Monstro
Data de Lançamento: Janeiro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 220 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 91
Tipo de produto: Livro
Coleção: Utopia e Conhecimento II
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789899131118

SOBRE O AUTOR

Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908. Estudou Filosofia na Sorbonne, onde conheceu Sartre, companheiro de toda a vida e com quem viveu uma relação célebre pelos seus padrões de abertura e honestidade. No final da Segunda Guerra Mundial, editou a revista política Les Temps Modernes, fundada por Sartre e Merleau-Ponty, entre outros. Foi ativista no movimento francês de emancipação das mulheres, nos anos de 1970, e serviu de modelo e de influência aos movimentos feministas posteriores. Simone de Beauvoir ganhou o Prémio Goncourt em 1954 com Os Mandarins. Morreu em Paris, em 1986.

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