O Espírito Nómada

de Kenneth White
Editor: Deriva Editores, março de 2008 ‧
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«Desde há alguns anos para cá, a palavra "nómada" anda no ar. De um modo vago e que necessita apenas de tornar-se preciso, designa o movimento que se esboça no sentido de um novo espaço intelectual e cultural. Mas nas nossas culturas mediatizadas, cada palavra, de imediato sub-traduzida torna-se pretexto para uma moda. Do que aqui se trata não é de um assunto de moda mas de mundo.»
O movimento nómada não segue uma lógica rectilínea, com um princípio, um meio e um fim. Tudo aqui é meio. O nómada não segue para qualquer lugar, e para mais em linha recta, mas evolui num espaço e regressa muitas vezes às mesmas pistas, iluminando-as e talvez, se for um nómada intelectual, com novas luzes.
Neste livro onde se encontrarão portanto mais peregrinações que problematizações, mais mapas que retratos, o prazer de peregrinar acaba por levar a melhor sobre o desejo de saber (aumentar e renovar o campo do saber) e no final da viagem será menos importante a questão de saber do a de ver no vazio.» Kenneth White (do Prefácio)

O Espírito Nómada

de Kenneth White

Propriedade Descrição
ISBN: 9789729250255
Editor: Deriva Editores
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 208 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789729250255

SOBRE O AUTOR

Kenneth White

Kenneth White nasceu em Gorbals, na Escócia, em 1936. Define-se como poeta e pensador. Reside actualmente em Trébeurden, na Bretanha, desde os anos 60 e é autor de numerosas narrativas entre as quais Derives (1978), Les Cygnes Sauvages (1983), La Maison des Marées (2005), vários livros de poesia e entre os ensaios destacamos La Figure du Dehors (1982), Une Apocalypse Tranquille (1985), Le Monde d’ Antonin Artaud (1989) e Le Plateau de L’Albatros: une introduction à la Géopoetique (1994), entre outros. Tem várias entrevistas publicadas e as suas ideias e obra são objecto de estudos internacionais.
Teórico do movimento geopoético, portador de um sentido cósmico, entrecruza a poesia dos elementos com uma filosofia da errância. Influenciado por Thoreau, Walt Witman, Nietzche, Baudelaire, Rimbaud, Kerouac e pelos filósofos orientais, traz consigo uma obra marcada por uma singular postura sobre a literatura e a poesia. Com a sua mulher Marie-Claude White viaja com frequência pelo mundo, apresentando e debatendo as teorias do Movimento Geopoético, particularmente presentes em O Espírito Nómada que a Deriva agora edita.

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