O Diabo Também Sorri

de José Braga-Amaral

editor: Campo das Letras, abril de 2004
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"- O primeiro-ministro criou inimigos internos, sabes? Em Portugal, nesta coisa da democracia, o poder não tem nada a ver com os votos do povo, discute-se dentro dos partidos e as guerras de protagonismo são fratricidas e mortais. Já dizia o meu general: 'Estes democratas pluralistas vão comer-se uns aos outros... Dá tempo ao tempo.' E tinha razão o velho fascista, que servi anos a fio com a maior fidelidade.
- Tu foste pau para todo o serviço! Na minha terra tinham-te limpo o sebo.
- Cala-te e trabalha, ó puta preta. Se calhar já estou a falar demais! Vai ali ao frigorífico e abre mais uma garrafa de champanhe, ouviste?"

"- O primeiro-ministro criou inimigos internos, sabes? Em Portugal, nesta coisa da democracia, o poder não tem nada a ver com os votos do povo, discute-se dentro dos partidos e as guerras de protagonismo são fratricidas e mortais. Já dizia o meu general: 'Estes democratas pluralistas vão comer-se uns aos outros... Dá tempo ao tempo.' E tinha razão o velho fascista, que servi anos a fio com a maior fidelidade.
- Tu foste pau para todo o serviço! Na minha terra tinham-te limpo o sebo.
- Cala-te e trabalha, ó puta preta. Se calhar já estou a falar demais! Vai ali ao frigorífico e abre mais uma garrafa de champanhe, ouviste?"

O Diabo Também Sorri

de José Braga-Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726108702
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726108702
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
José Braga-Amaral

José Braga-Amaral nasceu em Paranhos, no Porto, em 20 de fevereiro de 1959.
Depois de ter frequentado as faculdades de Engenharia e Direito, opta pelo jornalismo, tendo sido colaborador da Rádio Difusão Portuguesa / RAD, do jornal O Comércio do Porto, de vários jornais e rádios locais e regionais do Douro e do Minho, cronista semanal do Correio do Minho, dos jornais Liberal e , de Cabo Verde, coordenador da revista municipal Villa Regula, coordenador literário da revista Fólium do Arquivo Municipal de Penafiel e responsável pela redação da newsletter da Estrutura de Missão do Douro da CCDR-N. Também foi diretor-adjunto e redator da revista Tribuna Douro.
Em 2002 funda, com mais alguns confrades, a Tertúlia de João de Araújo Correia, na cidade de Peso da Régua, e o grupo de leitores de poesia Confraria da Palavra Dita.
Está ligado ao teatro desde 1995, como encenador e fundador da companhia de teatro Roga D’Arte - Teatro do Alto Douro.
Grande parte da sua bibliografia refere-se ao Douro, tendo mais de 25 títulos publicados, entre antologias, biografias, contos, crónicas, fotomonografias, ensaios, poesia, romances e teatro.

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