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O Dia de Amanhã

de Ignacio Martínez de Pisón
Editor: Teodolito, março de 2013 ‧
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Justo Gil é um emigrante recém instalado em Barcelona, um jovem esperto e ambicioso que levado pelas voltas do destino acaba por se converter em informador da Brigada Social, a polícia política do regime franquista.
Personagens inesquecíveis contam-nos como conheceram Justo nalgum momento da sua vida e como foi a sua relação com ele. Os seus testemunhos dão-nos uma visão caleidoscópica da realidade em constante mutação dos anos sessenta e setenta, ao mesmo tempo que reconstroem a narrativa da degradação pessoal de um indivíduo cuja evolução e comportamento ajudam a entender importantes fases da história recente do país vizinho, que, apesar das diferenças, se assemelha bastante à nossa.
Ignácio Martinez de Pisón romanceia esse apaixonante período a partir de dentro, observando, como só ele sabe fazer, o impacto que a história colectiva teve na individual, quer dizer, na realidade da gente comum. Ganha vida nestas páginas a atmosfera incerta e fascinante de uma época em que, como em Portugal, tudo parecia possível.

O Dia de Amanhã

de Ignacio Martínez de Pisón

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898580078
Editor: Teodolito
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 240 x 165 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898580078

Grande livro sobre a Espanha contemporânea

F. Ferreira

Uma extraordinária viagem à cidade de Barcelona durante o Franquismo e durante a Transição.

SOBRE O AUTOR

Ignacio Martínez de Pisón

Ignacio Martínez de Pisón Nasceu em Saragoça em 1960 e reside em Barcelona desde 1982. É autor de mais de quinze livros, entre os quais se destacam os romances Carreteras secundarias (1996), levado ao cinema em 1997 por Emilio Martínez-Lázaro e novamente em 2003 pelo realizador francês Manuel Poirier, O Tempo das Mulheres (Teorema, 2004) e Dentes de Leite (Teorema, 2010), assim como o ensaio Enterrar os Mortos (Teorema, 2007), que obteve os prémios Rodolfo Walsh e Dulce Chacón e foi unanimemente elogiado pela crítica em vários países europeus. A sua obra está traduzida em mais de uma dezena de línguas.

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