O Desenho Impreciso de Cada Rosto Humano, Reflectido!
Retratos de Júlio Pomar
Editor:
Documenta, Janeiro de 2022 ‧
ver detalhes do produto
20,00€
20% DESCONTO
IMEDIATO
ZDNOdlZqSjZSMHhFVTFSQmN6SlFRMmR0UjAxNlRFa3dWM3BuUlVkVmExUlFNbkowVDBGellXaDBTVVJwTlZWV1dIWnVlSFJTVUhZMmJXNUdUR2R3V1ZKMFRGWkJlVUpoVms5c2NEYzFOMEYxVlhOUFozWk1VaXR0V0dsb1JYcEVaa0pvTm1wWFpYWmFNUzlZVVc5VVVqWmxZVWtyVTIxU1pEZElSbU40ZEZKbFIwTnNkV1ZrUVhKWGNWVnlSMVl4TVdscVQwOHhTR3RGTkZaU2NGRTVSVE5pV0dNMlJUZDVMMkZGV0RWMlJqRnNiSEp2UVVOTmQxVnFUVlpHUVRocVNTdFpNRWxVUkRneFFUUlRTVnBsTkROWVVrRXpTVTF0UlZKTU5WWnpWWEFyV21ZeGVFdGpkWHBKWW14VmVVeEpURFZRVVhrM0swSjRTMjh4V2xwSFRXRkRhWGxTUlRGS2NTOWtLMVZ5VEdwd1VFUkZSR2MxYVdVdlYwWjJjakJoV0V0MmRWUlNPV2wxWkVnNWRYVjBXakJ4ZGtoS2FFZHpPRFEwWmtkc2VscHZUa3A2Y25VdlduRlhWeTkzTmpSMlNsUXZNa0pIYTFGcVRHZDJUWFpRZEdGSlNEbFVOM0U1WnpsdWJUbHpPVTlhZFZST01qRnZZM05OZEhwb05GUklhek5vZFRsYVlWaERSWGRZWTJ4emFGa3dOREZhWlhBM2JURllka3QwV0c1WWQxUTVkVzl3UkZCdlNtbzNlVnBaTTI1bVpHTnZUbWxTWVVWQ04zSTVkMkZuYTNscmNEWm9UMlpuUkdWNFYwOXhRMkpaUkVKdmMzQllSMEpJYW1KUlV6UjZTWFJWU0VaSlVrVTNMMnQyYkdsaFYwZGFRazl6U1VKNlEwbFlTSE5OWWtVNVIyMTNUbnBFU0dOdGJVUkRjRXBCTjJaTlpsQlJlbXBJWVZaRFpIUkdZakpxUjBwamRXODBTMU5hYlM4clltczRUMUJITVRCSE1HTTVXbTAwTWs5amVtbFJTemxNVEU5VVJFNVJUakpqY0c5QllXMVpWRVl6ZDI5VmJYUlpjSEZFZGtFM1IwZE9jejA9OjRIakk0VjdSK0I4WXVHa3FDL2Q0dGc9PQ==
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
Esta exposição, particularmente difícil de montar pela pluralidade de obras disponíveis e pela quantidade possível de mostrar no Atelier-Museu, foi um momento extremamente desafiante para a equipa do museu, que, de certa forma, trouxe para mais perto não apenas os amigos e retratados pelo pintor, como também o próprio Júlio Pomar. O seu rosto, e sobretudo o seu sorriso, estavam nela reflectidos através dos outros semblantes!
A exposição «O desenho impreciso de cada rosto humano, reflectido! Retratos de Júlio Pomar», com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, incide sobre o modo como Júlio Pomar pensou o género artístico do retrato ao longo dos mais de setenta anos que compõem a carreira do pintor. A exposição procurou assim reunir retratos de diversas fases de criação, desde o neo-realismo, na década de 1940, até 2018, ano em que morreu. Não sendo possível mostrar, numa só exposição, no espaço do Atelier-Museu, todos os trabalhos realizados neste domínio por Júlio Pomar, procurou seleccionar-se retratos que marcaram a passagem entre «fases» e retratos menos vistos, menos icónicos, por serem abordagens prévias, ou até estudos das obras mais conhecidas. Desse modo, conseguiu abranger-se um maior número de personalidades.
[…]
Houve ainda outro critério que orientou a selecção de obras para a exposição e que, salvo raras excepções, quando isso não prejudicou a relação indissociável entre pintura e desenho, passou por não repetir retratos da mesma personalidade, sobretudo quando os mesmos pertenciam ao mesmo período estilístico.
[…]
A pintura e o desenho de retrato dão conta das várias relações que o artista foi estabelecendo com pessoas do seu círculo de contacto mais pessoal, e com figuras notáveis de diversos domínios da sociedade portuguesa, desde artistas, seus «pares» e companheiros, a escritores, políticos e protagonistas de fado. Estas abordagens das últimas décadas foram reunidas no piso superior do Atelier-Museu, criando um atlas de ligações, encimadas pela figura alegórica da «República», protagonizada pelo rosto de Cristina Branco. Além disso, a exposição inclui vários auto-retratos, de diferentes momentos da vida do artista, deixando perceber o seu avanço de idade.
[Sara Antónia Matos e Pedro Faro
A exposição «O desenho impreciso de cada rosto humano, reflectido! Retratos de Júlio Pomar», com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, incide sobre o modo como Júlio Pomar pensou o género artístico do retrato ao longo dos mais de setenta anos que compõem a carreira do pintor. A exposição procurou assim reunir retratos de diversas fases de criação, desde o neo-realismo, na década de 1940, até 2018, ano em que morreu. Não sendo possível mostrar, numa só exposição, no espaço do Atelier-Museu, todos os trabalhos realizados neste domínio por Júlio Pomar, procurou seleccionar-se retratos que marcaram a passagem entre «fases» e retratos menos vistos, menos icónicos, por serem abordagens prévias, ou até estudos das obras mais conhecidas. Desse modo, conseguiu abranger-se um maior número de personalidades.
[…]
Houve ainda outro critério que orientou a selecção de obras para a exposição e que, salvo raras excepções, quando isso não prejudicou a relação indissociável entre pintura e desenho, passou por não repetir retratos da mesma personalidade, sobretudo quando os mesmos pertenciam ao mesmo período estilístico.
[…]
A pintura e o desenho de retrato dão conta das várias relações que o artista foi estabelecendo com pessoas do seu círculo de contacto mais pessoal, e com figuras notáveis de diversos domínios da sociedade portuguesa, desde artistas, seus «pares» e companheiros, a escritores, políticos e protagonistas de fado. Estas abordagens das últimas décadas foram reunidas no piso superior do Atelier-Museu, criando um atlas de ligações, encimadas pela figura alegórica da «República», protagonizada pelo rosto de Cristina Branco. Além disso, a exposição inclui vários auto-retratos, de diferentes momentos da vida do artista, deixando perceber o seu avanço de idade.
[Sara Antónia Matos e Pedro Faro
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898833853 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 172 x 211 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 280 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Pintura
|
| EAN: | 9789898833853 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
20%Francis Smith (1881-1961)Tinta da China27,92€
34,90€portes grátis -
20%O Observador ObservadoCaleidoscópio15,69€
19,61€portes grátis